Contatos (quase) imediatos em vários graus - 3o. grau

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Depois da comilança muita coisa aconteceu.

O mutsaz continuou rolando de vento em popa até completar 2 anos, com o ciclo das 4 estações. Da primavera de 2009 ao inverno de 2011, o trabalho não foi interrompido e naturalmente foi passando por pequenas mudanças. Se, no início, a brincadeira era um dia de blogagem coletiva, agora já tínhamos lindas ilustrações, musas, oráculos, projeções para o futuro. E foi bem nessa hora, de imaginar o futuro, que o Mídia Livre voltou à cena.

O prêmio anunciado 14 meses antes, enfim, virou realidade e o dinheiro chegou. Sorte do governo que os cidadãos não podem cobrar o mesmo percentual de juros que ele nos cobra. Eu não sei o porquê, mas sempre acho que a “dívida ativa” é o exemplo concreto de que a relação hierárquica entre governo e população é algo que faz a monarquia parecer justa e os bancos privados, mirins. Desconfio até que por isso é que continuam chamando de primeiro mundo esses lugares onde ainda tem rei e rainha... Mas sei lá... Isso não vem ao caso agora...

Acabou a hora dos reclames e voltemos pra novela, com os seguintes caracteres na parte inferior da tela:

MUITO, MAS MUITO, TEMPO DEPOIS

Se há uma coisa que tem ficado cada vez mais clara nesse mundo de redes formadas no universo digital é a importância dos encontros presenciais. Flavia Vivacqua, do Coro Coletivo, já tinha ressaltado isso lá no evento no Paço das Artes em que efeefe mediou uma das mesas. Pra não ir muito longe dessa rede (ou talvez sim, onde quer que ele esteja), Dpadua já dizia “Tecnologia é mato. O importante são as pessoas”. E tenho quase certeza que um monte de gente concorda, pois do contrário não colaria essa frase abaixo do nome, em suas assinaturas.

E o coletivo mutgamb, atualmente formado por um tantinho de gente que conversa semanal ou diariamente via internet, apostou nisso. Efeefe foi o anfitrião do Ubalab; Orlando se desbancou lá de Sousa numa viagem de quase 24horas; Belisário engasgou na véspera, mas apareceu; Téia ressurgiu, leve como sempre; Sília chegou em grande estilo com sua bolsinha de festa; Mariel veio acompanhada da sua interminável tarefa de escrever posts; Tati Prado e Tati Wells puderam se ver, finalmente; Maira se fez presente com as ideias que já havia mandado antes (e, é claro, nos contatos de 1o. e 2o. grau, como bem puderam observar).

Ah, um detalhe importante: Isadora veio nos fazer uma visita ao final – um delicioso brinde porque nos comportamos bem e fizemos o encontro render, discutindo tudo o que havíamos proposto. Acabou numa deliciosa pizza com massa fina e cheirinho de manjericão. Ou melhor, recomeçou em pizza.

Ah, outro detalhe importante: o pai da Isadora estava lançando um livro lá no Sobradão da Fundart de Ubatuba. Mas sobre isso eu não vou falar muito, porque ele fala bastante e o livro tá aqui, pra baixar. Fiquem com uma foto e acompanhem as cenas dos próximos capítulos.

 

foto do André