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Ato em solidariedade aos povos guarani-kayowás

Acontecerá na próxima quarta-feira (31/10), na Universidade de São Paulo, sala 14, Prédio de Ciências Sociais e Filosofia, um ato em solidariedade aos guaranis-kayowás, às 18 horas.

Durante o encontro, um integrante da Aty Guasu, Grande Assembleia Guarani Kaiowa, compartilhará seus relatos.

 

Para quem caiu nesse post e nem imagina o que é guarani-kayowá, vale ler esse texto:

Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais. Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal. Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem mortos. Sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo em ritmo acelerado. Sabemos que seremos expulsos daqui da margem do rio pela Justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.

Balbino e o Ser Selvagem

Nesses primeiros meses de 2011, José Balbino visitou comunidades indígenas situadas no norte e nordeste do Brasil. Em Rondônia acompanhou o movimento Hip Hop da Floresta, e na Bahia o projeto Cinekurumin. 

Balbino reuniu seus relatos em um vídeo: