No dia 19 de abril é celabrado o dia do índio, e como forma de celebração a OƆA DIGITAL realizará fisicamente no município de Ilhéus/BA e na internet o evento "Há Braços de PAZ". O evento trará atividades colaborativas de arte e ativismo, muitas produções (em copyleft) já encontram-se disponíveis no site [5]. Os interessados em colaborar podem enviar áudios, imagens, vídeos e textos com a temática indígena para o endereço remix@ocadigital.art.br [6].
Regis Bailux leu o chamado de Pedro Jatobá sobre o OƆA DIGITAL, compartilhou um conteúdo audiovisual diverso que pode ser acessado aqui [7] e documentações em vídeo com os índios pataxós:
Marcelo Braz também compartilhou uma experiência interessante, a ação de uma prefeitura na criação e disponibilização de uma distribuição de Linux em homenagem aos índios Guarus [8].
Felipe Fonseca perguntou:

Os índios guarux usam cocares coloridos assim?
Isaac Filho:
Sei que aqui em recife há uma lei de incentivo ao software livre que está cheia de poeira. Fiz uns dois (1 [9],2 [10]) textos baseados nela, eu era meio verdinho na época, mas acho que vale a pena cutucar essa ferida.
Marcelo Braz:
Guarus não existem mais, na real é uma palavra tupi que dá origem ao nome da cidade. É muito comum alguns grupos mais antigos serem denominados de forma incorreta, porque geralmente era usada uma palavra pejorativa dada pelo não índios para designá-los. Eles mesmo se autodenominavam de forma diferente em sua língua. Pela região ali devem ter passados os Guianãs, ou Goianases (que dão nome a um bairro de São Paulo), extintos também. Hoje por lá vivem Guarani, Pataxó, Pankararé e Pankararu e se não me engano Fulni-ô. Sei que quem foi para lá tocar algumas coisas foi o Jesulino Alves, das antigas.