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 <title>Mutirão da Gambiarra - manifesto</title>
 <link>http://mutgamb.org/taxonomy/term/213/0</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>vermelho medula &amp;&amp; deep blue :(){ :|:&amp; };:</title>
 <link>http://mutgamb.org/fonte/vermelho-medula-deep-blue</link>
 <description>&lt;p&gt;(tamb&amp;eacute;m publicado com o t&amp;iacute;tulo &lt;strong&gt;&amp;quot;Dissecando e amando a fork-bomb :(){ :|:&amp;amp; };:&amp;quot;&lt;/strong&gt; na lista de discuss&amp;atilde;o da metareciclagem).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;Esse texto foi achado num servidor antigo, de um hd enfurrujado la da Sta Efigenia e olha s&amp;oacute;, era um cabra que assinava tamb&amp;eacute;m com sobrenome... bailux! heheheh&amp;nbsp; tava escrito assim no hd -&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;quot;Metabardo Bailux - f&amp;aacute;bulas de mitoreciclagem - setembro de 2009&amp;quot;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tenho foto do hd onde tava isso, la no galp&amp;atilde;o do Geraldo,depois eu mando...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;...o texto ta doado pra dom&amp;iacute;nio publico aqui da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
podem adicionar estrofes, remixar e rimar &amp;agrave; vontade... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e que a egolatria de tal identidade perca-se&amp;nbsp; em vossas silentes vozes desenhando nossas buscas :) heheh&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ouvi dizer que Metabardo Bailux ia relatar o pr&amp;oacute;ximo encontro em forma de cordel n&amp;oacute;ise, ces n&amp;atilde;o ouviram n&amp;atilde;o? era um tiozinho que cantava cordel rimado com ondas curtas e radio fora do ar ali na regi&amp;atilde;o sul da bahia, dizem que o bicho inventou o primeiro transmissor de vhf reciclando radinhos perdidos do ex&amp;eacute;rcito, la entre a &amp;eacute;poca do messianismo de Canudos e do Contestado... (O bicho era viajado e viveu muito)...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tem uma foto do Metabardo aqui &amp;oacute;:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://cienciahoje.uol.com.br/images/ch%20on-line/resenhas/130477a.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;images/ch%20on-line/resenhas/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;130477a.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;eacute; aquele com a sanfona, do lado do que t&amp;aacute; com o viol&amp;atilde;o (o do viol&amp;atilde;o chama Vitoriamario)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem gente aqui que tem mais hist&amp;oacute;ria dele pra contar... contem l&amp;aacute;...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abra&amp;ccedil;&amp;Ccedil;!&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;glerm &lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Aqueles que se dizem artistas olham para o meu trabalho e me chamam de t&amp;eacute;cnico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os que se dizem t&amp;eacute;cnicos e cientistas me veem como um tosco artes&amp;atilde;o bradando contra os moinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Circulo por comunidades &amp;ldquo;virtuais&amp;rdquo; como um p&amp;aacute;ria praguejando vis&amp;otilde;es de vetores e marcando encruzilhadas para encarna&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades, certo do quanto elas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o virtuais,&lt;br /&gt;
viajando quil&amp;ocirc;metros para encontrar pessoas que eram apenas avatares, apelidos, endere&amp;ccedil;os&lt;br /&gt;
numa rede aberta de computadores que desde a inf&amp;acirc;ncia ajudei a construir manipulado pelos jogos de guerra e paz de um grande leviat&amp;atilde; informacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tateio os contornos f&amp;iacute;sicos dessa identidade sem p&amp;aacute;tria, dessa l&amp;iacute;ngua sem regras gram&amp;aacute;ticais se refazendo por dentro de um fr&amp;aacute;gil l&amp;eacute;xico de refer&amp;ecirc;ncias culturais globais, instantan&amp;ecirc;as e ainda n&amp;atilde;o catalogadas pela hist&amp;oacute;ria da humanidade em pacto.&lt;br /&gt;
Justifico uma tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de protocolos semi-alg&amp;eacute;bricos, olho para essas placas m&amp;atilde;e sem met&amp;aacute;fora materna, s&amp;oacute; crendo&amp;nbsp; no esqueleto t&amp;aacute;til daquilo que para os que ignoram meu mundo &amp;eacute; um fantasma a lhes puxar o p&amp;eacute;, um monstro p&amp;oacute;s industrial encarnado nestes objetos mortos ressucitados pela captura da luz, barreira intraspon&amp;iacute;vel da velocidade dos corpos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seus v&amp;iacute;rus de laborat&amp;oacute;rio s&amp;atilde;o s&amp;oacute; uma desculpa para n&amp;atilde;o conhecer nossas entranhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dissecando e amando :&lt;span&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span&gt;{&lt;/span&gt; :|:&amp;amp; &lt;span&gt;}&lt;/span&gt;;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O passo pra cima do abismo de calcular todas as possibilidades sint&amp;aacute;ticas pra acalmar teus sentidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meteorologia na sua dan&amp;ccedil;a da chuva. A banal e gloriosa rima perdida em um cheque-mate que j&amp;aacute; foi vencido, em azul profundo e vermelho medula, por n&amp;oacute;s, software-hardware encarnados e aceitos como um de v&amp;oacute;s: Interfaces.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;assinado: metarecileirx.&lt;/p&gt;</description>
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 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/manifesto">manifesto</category>
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 <pubDate>Tue, 03 Feb 2009 22:07:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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