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 <title>Mutirão da Gambiarra - lixo eletrônico</title>
 <link>http://mutgamb.org/taxonomy/term/199/0</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>Trash Player por Vitor Souza</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Trash-Player-por-Vitor-Souza</link>
 <description>&lt;p&gt;O girassol &amp;eacute; uma &lt;a href=&quot;http://www.artigonal.com/ficcao-artigos/a-lenda-do-girassol-704778.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;flor que traz simbolismos e subjetividades&lt;/a&gt; aos imagin&amp;aacute;rios. Na obra de Vitor Souza, alguns deles foram misturado com &amp;quot;lixo eletr&amp;ocirc;nico&amp;quot;. Assim nasceu a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o batizada de Trash Player:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-P130AL5Vwfc/UGNv57mM1AI/AAAAAAAAC54/rSFYrJw_MYk/s320/308001_433821876655120_1562972293_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.digital.cachorrosurtado.com.br/2012/09/trashplayer.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;TrashPlayer&lt;/a&gt; foi uma das pe&amp;ccedil;as que montei para o &lt;a href=&quot;http://www.cachorrosurtado.com.br/2012/09/ii-monster-artes-integradas.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Monster Artes Integradas&lt;/a&gt;.Caso essas pe&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o tivessem sido utilizadas para compor o corpo espiritual de TrashPlayer, poderiam as mesmas estar engrossando o volume de res&amp;iacute;duos em lix&amp;otilde;es e terrenos baldios, contaminado o Meio Ambiente com metais pesados (como merc&amp;uacute;rio, c&amp;aacute;dmio, ber&amp;iacute;lio, chumbo, etc) al&amp;eacute;m de outros compostos qu&amp;iacute;micos.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Trash-Player-por-Vitor-Souza#comments</comments>
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 <pubDate>Fri, 28 Sep 2012 10:27:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Mais do mesmo, ou mais caminhos?</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Mais-do-mesmo-ou-mais-caminhos</link>
 <description>&lt;p&gt;Saiu na ADITAL&lt;a href=&quot;http://www.adital.com.br/site//noticia.asp?boletim=1&amp;amp;cod=70143&amp;amp;lang=PT&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; um post &lt;/a&gt;sobre &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/fabrica.verde.5&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;F&amp;aacute;brica Verde&lt;/a&gt;, que &amp;quot;capacita&amp;quot; jovens, de 16 a 29 anos, moradores da Rocinha e do Morro do Alem&amp;atilde;o, no Rio de Janeiro, a reciclarem lixo eletr&amp;ocirc;nico. O post ilustra a forma como o projeto fomentado pela Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) est&amp;aacute; fazendo isso:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Jovens recebem, durante tr&amp;ecirc;s meses, forma&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas para montar computadores. Cada unidade do projeto tem 120 jovens entre 16 e 29 anos de idade que cursam ou j&amp;aacute; conclu&amp;iacute;ram o ensino m&amp;eacute;dio. Os/as participantes recebem uma ajuda de custo no valor de R$120,00 e os/as melhores estudantes de cada turma ainda t&amp;ecirc;m a chance de se tornarem monitores do projeto. O projeto &amp;eacute; importante porque cria uma perspectiva diferente do que os jovens estavam acostumados. Ele funciona em comunidades rec&amp;eacute;m-pacificadas, o que possibilitou a entrada de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas nessas comunidades. Os jovens antes ligados ao tr&amp;aacute;fico hoje j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m uma perspectiva diferente, ressalta a superintendente de Territ&amp;oacute;rio e Cidadania da SEA.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post compartilhado por Marcelo Braz na lista e abriu coment&amp;aacute;rios importantes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mbraz:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Montei h&amp;aacute; 15 dias umas conversas pensadas diretamente para o catador que recebe material eletroeletr&amp;ocirc;nico jogado no lixo, ou que vem pela coleta seletiva - no caso das cooperativas de triagem/reciclagem. O mote era mostrar como o material &amp;eacute; contaminante e &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio alguns&lt;br /&gt;
	cuidados na manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tamb&amp;eacute;m de como aumentar a renda vendendo o material triado. Eles n&amp;atilde;o aparecem para fazer o curso, mesmo o curso sendo ao lado de onde moram. Ainda investigo as causas. Tem aqui uma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica de tirar da rua 400 catadores, dando apoio e &amp;quot;oficinas&amp;quot; com uma bolsa de 250 mangos, al&amp;eacute;m daquilo que eles retiram da cata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Foi contatado 240, &amp;nbsp;40 vieram, sobraram&lt;br /&gt;
	13. Resumo da &amp;oacute;pera, alguns simplesmente n&amp;atilde;o querem sair da rua. Afinal...n&amp;atilde;o &amp;eacute; onde s&amp;atilde;o livres??&lt;br /&gt;
	Foi isso que os finlandeses se espantaram com o choque &amp;quot;da Real&amp;quot;, l&amp;aacute; se paga 12 reais por cada sacola de tralha que voc&amp;ecirc; joga fora, aqui &amp;eacute; de gra&amp;ccedil;a!! Vai sempre ter um &amp;#39;pobre&amp;#39; pra fazer esse servicinho sujo pra voc&amp;ecirc;, ind&amp;iacute;viduo. :/&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jose Neto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;J&amp;aacute; investiguei as causas, eles tem de catar para comer, &amp;eacute; uma l&amp;oacute;gica perversa que s&amp;oacute; quem ja passou fome um dia entende. Se est&amp;aacute; quieto sem fazer nada, no caso aprendendo, n&amp;atilde;o tem comida no final do dia, &amp;eacute; animalesco. O ser humano quando &amp;eacute; privado de suas necessidades minimas fica marcado, como citado na terapia do choque. Se quer ver como &amp;eacute; passe uma semana comendo dos restos da sociedade, tente viver do lixo recicl&amp;aacute;vel, s&amp;atilde;o centavos o valor pago pelo quilo de material vendido, &amp;eacute; desumano, &amp;eacute; degradante, e muito distante de qualquer coisa que possa ser no minimo desagrad&amp;aacute;vel. Fiz um laborat&amp;oacute;rio pra perceber como &amp;eacute; viver como um catador pra poder entender o que &amp;eacute; reciclagem, &amp;eacute; um servi&amp;ccedil;o sujo, mal remunerado, dificil, insalubre e que s&amp;oacute; permanecem pessoas que n&amp;atilde;o tem outra OP&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O. N&amp;atilde;o diria que s&amp;atilde;o livres, apenas que n&amp;atilde;o se iludem mais com OFICINAS, ajudas tempor&amp;aacute;rias. Sabem que est&amp;atilde;o a margem e l&amp;aacute; permanecer&amp;atilde;o, tem alguns que catam so para ter o que comer, ou pra alimentar seus v&amp;iacute;cios. Eles s&amp;atilde;o somente o reflexo, e a causa &amp;eacute; algo maior, &amp;eacute; o sistema em que est&amp;atilde;o inseridos. Voc&amp;ecirc; pode remover aqueles e aparecer&amp;atilde;o outros para fazer o servi&amp;ccedil;o sujo e desagrad&amp;aacute;vel que cabe na sociedade atual aos &amp;quot;marginais&amp;quot;. Como te disse ali &amp;eacute; a ultima op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, me lembrei do Ilha das Flores.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Mais-do-mesmo-ou-mais-caminhos#comments</comments>
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 <pubDate>Sun, 02 Sep 2012 11:33:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Mbraz no Cedir </title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Mbraz-no-Cedir</link>
 <description>&lt;p&gt;Marcelo Braz trouxe &amp;agrave; lista relatos sobre sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no encontro que aconteceu (30/08), no&amp;nbsp; &lt;a href=&quot;http://www5.usp.br/16513/em-visita-a-usp-designer-finlandes-questiona-atual-sistema-de-descarte-de-lixo/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Cedir-USP.&lt;/a&gt; Marcelo participou de atividades juntamente com alunos da Profa. Maria Cec&amp;iacute;lia Loschiavo e os designers, Ilkka Suppanen (Finl&amp;acirc;ndia) e Tanya Kim Grassley (Su&amp;eacute;cia):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.imagens.usp.br/wp-content/uploads/30082012palestraCedirFotoMarcosSantos044-505x337.jpg&quot; style=&quot;width: 420px; height: 280px;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Eles tinham visitado a Coopamare, a cooperativa de triagem de res&amp;iacute;duos s&amp;oacute;lidos mais antiga de S&amp;atilde;o Paulo e estavam curios&amp;iacute;ssimos para entender a lei e a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pol&amp;iacute;tica Nacional de Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos. Falei dos avan&amp;ccedil;os e dos entraves sobre a log&amp;iacute;stica reversa dos eletroeletr&amp;ocirc;nicos e de como a sociedade civil de modo geral tem ficado a margem dessa discuss&amp;atilde;o, meio na linha do que rolou no debate da semana passada no &lt;a href=&quot;http://lixoeletronico.org/blog/debate-lixo-eletr-nico-e-res-duos-s-lidos&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Coletivo Digital, que o Felipe Cabral&lt;/a&gt; subiu os v&amp;iacute;deos.&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;Obviamente falei do hist&amp;oacute;rico e da atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rede MetaReciclagem e de como foi e ainda &amp;eacute; essencial nesse processo. O papo foi longo e generoso, trocamos contatos e ao final ainda recebemos elogios, que transmito a toda Rede, de que eles foram convidados a vir ao Brasil na perspectiva de nos ensinar algo, mas na real perceberam que estavam aprendendo muito mais com as nossas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e projetos. Conheci no &lt;a href=&quot;http://www.ailhaknbsland.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;evento esse grupo de Suzano-SP&lt;/a&gt;, que faz essa arte com lixo eletr&amp;ocirc;nico e outro materiais recicl&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Mbraz-no-Cedir#comments</comments>
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 <wfw:commentRss>http://mutgamb.org/crss/node/859</wfw:commentRss>
 <pubDate>Fri, 31 Aug 2012 09:24:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Picaretagem-alike, ou qualquer sinônimo conhecido...</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Picaretagem-alike-ou-qualquer-sinonimo-conhecido</link>
 <description>&lt;p&gt;Em maio de 2011, Regiane Nigro e Andr&amp;eacute;a Saraiva fizem esse post sobre &lt;a href=&quot;https://mutiraolixoeletronico.wordpress.com/category/material-de-campanha/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&amp;quot;Pontos para um Sistema de Lixo Eletr&amp;ocirc;nico&amp;quot;&lt;/a&gt; num blog que cont&amp;eacute;m esse header...&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;https://mutiraolixoeletronico.files.wordpress.com/2011/05/cropped-bannersite1.jpg&quot; style=&quot;height: 126px; width: 420px;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;...e que faz parte dessa campanha:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;356&quot; marginheight=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; src=&quot;http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/8004626&quot; width=&quot;427&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem, Isaac perguntou na lista #metarec se algu&amp;eacute;m mais conhecia sobre a &lt;a href=&quot;http://www.pernambucoverde.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Campanha Pernambuco Verde&lt;/a&gt; - num site em flash, se apropriando &amp;quot;varejeiramente&amp;quot; do logo da Regi e da Andr&amp;eacute;a:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Liguei para eles para conhecer e tal, me disseram que n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o autorizados, pois ainda n&amp;atilde;o tem um espa&amp;ccedil;o comercial. Quero entender&lt;a href=&quot;http://blogs.ne10.uol.com.br/peinvestimento/2012/06/10/gerdau-cria-ponto-permanente-para-coleta-de-lixo-eletronico-no-recife/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; essa parceria&lt;/a&gt;, principalmente quando o Pernambuco Verde diz que destina corretamente 100% do material que coleta.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Talvez metarec possa aprender com Pernambuco Verde como destinar o Lixo Eletr&amp;ocirc;nico de maneira 100% correta. Ser&amp;aacute; que a metodologia &amp;eacute; deles? Ou eles tamb&amp;eacute;m copiaram de algu&amp;eacute;m$?&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Picaretagem-alike-ou-qualquer-sinonimo-conhecido#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 22 Aug 2012 10:00:03 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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<item>
 <title>Lixo, pessoas, cidades, problemas</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Lixo-pessoas-cidades-problemas</link>
 <description>&lt;p&gt;Marcelo Braz trouxe na lista o document&amp;aacute;rio &lt;a href=&quot;http://www.e-wastelandfilm.com/HOME.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;E-wasteland&lt;/a&gt; que trata da problem&amp;aacute;tica que a MetaRec muito &lt;a href=&quot;http://lixoeletronico.org&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;levantou por aqui&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;281&quot; mozallowfullscreen=&quot;&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/39662975?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0&amp;amp;color=ff9933&quot; webkitallowfullscreen=&quot;&quot; width=&quot;500&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.institutolula.org/2012/08/ex-presidente-se-encontra-com-movimento-nacional-de-catadores-de-materiais-reciclaveis/#.UBrrkCOE01J&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;E citou um link&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;Temos usinas que est&amp;atilde;o saindo da Europa e vindo para o Brasil, trazendo tecnologias j&amp;aacute; sucateadas l&amp;aacute; fora.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diego Casaes ainda ressaltou:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Vale tamb&amp;eacute;m construir uma sociedade civil mais ativa, institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais fortes e grupos &amp;quot;m&amp;atilde;o-na-massa&amp;quot; que gerem estudos de caso bacanas pra ajudar as pessoas como eu, que trabalham em organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lobby popular, o MCCE, e outras, a mostrar o que queremos do mundo. Mas falta sintonia ainda entre todas essas pe&amp;ccedil;as do quebra-cabe&amp;ccedil;a, e no meio do caminho ainda tem um mont&amp;atilde;o de gente cretina que atrapalha a vida, seja empacando os processos e burocratizando ainda mais a chance de mudan&amp;ccedil;a, ou aumentando o pre&amp;ccedil;o dos alimentos no mundo pra ganhar mais uma grana, e assim matando um par de centena de milhares de crian&amp;ccedil;as em algum lugar distante na &amp;Aacute;frica, ou no lix&amp;atilde;o de Gramacho.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Lixo-pessoas-cidades-problemas#comments</comments>
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 <wfw:commentRss>http://mutgamb.org/crss/node/833</wfw:commentRss>
 <pubDate>Mon, 06 Aug 2012 10:04:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Um Ode aos discos de mídias magnéticas removíveis, com Fernanda de Aragão</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Um-Ode-aos-discos-de-midias-magneticas-removiveis-com-Fernanda-de-Aragao</link>
 <description>&lt;p&gt;No dia 22 de julho, Marcos Egito trouxe para lista um projeto bem interessante:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Compartilharam la na lista do Konesans e eu to ecoando aqui, achei muita massa! Achel o Projeto legal. :)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele falava sobre o projeto &lt;a href=&quot;http://diz-quetes.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Diz-quetes&lt;/a&gt;. Ao acessar a p&amp;aacute;gina do blog foi poss&amp;iacute;vel perceber pontos de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre diz-quetes e com as &amp;quot;maluquices&amp;quot; metarecicleiras. Fernanda de Arag&amp;atilde;o, autora da proposta, &amp;eacute; arte-experimentadora desenvolve pesquisas em psican&amp;aacute;lise e esporte, e tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; tentando transpor para os formatos acad&amp;ecirc;micos &lt;a href=&quot;http://www.cincodeoutubro.com.br/2012/06/projeto-diz-quetes-espacos-narrados.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;linguagens e possibilidades mais flu&amp;iacute;das&lt;/a&gt;. Um dos exemplos &amp;eacute; a sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no semin&amp;aacute;rio internacional &lt;a href=&quot;http://www.fau.usp.br/espacosnarrados/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&amp;quot;Espa&amp;ccedil;os Narrados: a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;uacute;ltiplos territ&amp;oacute;rios da l&amp;iacute;ngua portuguesa&amp;quot;&lt;/a&gt;, que ser&amp;aacute; realizado na Faculdade de Urbanismo da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (FAU/USP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, quer saber o que &amp;eacute; o projeto diz-quetes? Leia a entrevista e acesse o &lt;a href=&quot;http://diz-quetes.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;blogue&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como surgiu sua ideia de escrever o projeto em um evento acad&amp;ecirc;mico? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fernanda:&lt;/strong&gt; Foi um misto de oportunidade com necessidade. Venho da &amp;aacute;rea acad&amp;ecirc;mica, antes de me aventurar em ser escritora e arte-experimentadora. Sinto-me um pouco num meio de caminho, entre a universidade e suas exig&amp;ecirc;ncias e a arte e suas desconstru&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Por vezes dividida, j&amp;aacute; que minha forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; em Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica (gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mestrado e doutorado). Nos &amp;uacute;ltimos meses tenho pensado em fazer um p&amp;oacute;s-doutoramento que estreite essas &amp;aacute;reas: Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, Literatura e Arte-Experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que eu me encontre mais completa como pesquisadora, para que eu encontre minha ess&amp;ecirc;ncia nessa jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica que me condiciona. Ent&amp;atilde;o, quando um amigo arquiteto, tamb&amp;eacute;m professor doutor, me apresentou esse evento que acontecer&amp;aacute; na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, Espa&amp;ccedil;os Narrados, cujo debate &amp;eacute; a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;uacute;ltiplos territ&amp;oacute;rios da l&amp;iacute;ngua portuguesa, eu achei que seria boa ideia ampliar o Projeto Diz-Quetes e fundament&amp;aacute;-lo como interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana, de forma a justific&amp;aacute;-lo tamb&amp;eacute;m academicamente. N&amp;atilde;o sabia se daria certo j&amp;aacute; que minha linha de pesquisa acad&amp;ecirc;mica gira em torno da psican&amp;aacute;lise, do esporte e da divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, coisas muito distantes da arquitetura. A surpresa do aceite do trabalho me trouxe outras ideias e corroborou esta vontade de unir o acad&amp;ecirc;mico com a arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; conhecia a rede MetaReciclagem? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fernanda:&lt;/strong&gt; J&amp;aacute; tinha visto a rede em passagem, mas confesso que s&amp;oacute; agora me apropriei de seu conte&amp;uacute;do. Cinco anos atr&amp;aacute;s eu estava vivendo com afinco a doc&amp;ecirc;ncia em Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica e Esportes, elaborando projetos na &amp;aacute;rea, at&amp;eacute; que resolvi me dedicar &amp;agrave; escrita criativa e me descolar um pouco do mundo dito produtivo. Eu s&amp;oacute; sabia que precisava me encontrar de outro jeito, diferente daquele em que eu estava. At&amp;eacute; que conheci um casal, o Oswaldinho e a Marisa Viana, que tinha um bar em S&amp;atilde;o Paulo, o Caf&amp;eacute; Fub&amp;aacute;. Dessa amizade eu fui conhecendo pessoas interessantes, muitos artistas, e fui me dando conta de que eu poderia fazer parte disso. Conto essa hist&amp;oacute;ria por um motivo simples, quando a gente vai se envolvendo em determinadas &amp;aacute;reas, vai se aproximando de outras propostas. Foi perto dessa gente, desse &amp;ldquo;coletivo&amp;rdquo;, que eu decidi ser escritora, como profiss&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o em utopia. Depois, com os olhos mais espertos para enxergar outras manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, fui me constituindo para a arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Atrav&amp;eacute;s de uma ponte em comum, acabei chegando &amp;agrave; minha primeira festa liter&amp;aacute;ria, o Festival da Mantiqueira &amp;ndash; Di&amp;aacute;logos com a Literatura, em S&amp;atilde;o Francisco Xavier. No ano seguinte, de volta ao evento, por motivos que, aqui, n&amp;atilde;o conv&amp;eacute;m, resolvi me manifestar politicamente. Descobri os fanzines, revistas parat&amp;oacute;picas, independentes e alternativas, que servem ao desenvolvimento e publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o autoral dos ide&amp;aacute;rios, sejam an&amp;aacute;rquicos, cr&amp;iacute;ticos, po&amp;eacute;ticos, desenhados e/ou escritos. Na ocasi&amp;atilde;o, eu e a Let&amp;iacute;cia Mendon&amp;ccedil;a, criamos o &amp;ldquo;Vestindo Outubros&amp;rdquo; para expormos nossas ideias sobre como enxergamos a literatura, em suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e necessidades. Os fanzines s&amp;atilde;o interessantes porque movimentam grupos, trabalham com coletivos. Uma grande demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da for&amp;ccedil;a deles pode ser exemplificada com a chamada Gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mime&amp;oacute;grafo, movimento que, durante a d&amp;eacute;cada de 70, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da censura, levou intelectuais, professores, poetas e artistas a buscarem meios alternativos de difus&amp;atilde;o cultural. Eu quis contar toda essa hist&amp;oacute;ria, at&amp;eacute; chegar ao fanzinato, porque &amp;eacute; interessante ver a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do uso dos mime&amp;oacute;grafos, passando pelas reprodu&amp;ccedil;&amp;otilde;es em fotocopiadoras, at&amp;eacute; a recente apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se faz da internet e das novas tecnologias. A partir de qualquer suporte observo que os fanzines, feitos atrav&amp;eacute;s de coletivos ou individuais, movimentam pensamentos e cr&amp;iacute;ticas sobre a sociedade, tamb&amp;eacute;m como fazem muitos blogues e sites, pela facilidade de express&amp;atilde;o que se distancia da censura e alcan&amp;ccedil;am um car&amp;aacute;ter libert&amp;aacute;rio. E &amp;eacute; essa filosofia que eu acho interessante nos diversos coletivos, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; os que est&amp;atilde;o relacionados ao fanzinato. Sobre este sugiro os contatos de &lt;a href=&quot;http://conscienciasesociedades.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Gazy Andraus&lt;/a&gt;, que faz um trabalho muito interessante; os document&amp;aacute;rios Fanzineiros do S&amp;eacute;culo Passado I e II, do &lt;a href=&quot;http://marciosno.blogspot.com&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;M&amp;aacute;rcio Sno&lt;/a&gt;; o pessoal do Ugra Press, com o Douglas Utescher, que publica um anu&amp;aacute;rio com os &lt;a href=&quot;http://ugrapress.wordpress.com/ii-anuario/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;fanzines e revistas independentes&lt;/a&gt;; e a &lt;a href=&quot;http://www.fanzinada.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Fanzinada&lt;/a&gt;, um movimento de cultura independente do qual participo junto com Thina Curtis. Foi percebendo esta e outras possibilidades de express&amp;otilde;es que surgiu a ideia do Projeto Diz-Quetes: Todos na Literatura. E, como uma coisa vai puxando outra, fui conhecendo outros espectros, desta vez mais pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; discuss&amp;atilde;o do lixo eletr&amp;ocirc;nico e, consequentemente, sobre a apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica de tecnologias. Observo aqui que, em 2011, o projeto Diz-Quetes participou da Semana de Tecnologia da Universidade Ibirapuera promovendo um debate interessante sobre o descarte do lixo eletr&amp;ocirc;nico e essa rapidez com que as tecnologias v&amp;atilde;o sendo substitu&amp;iacute;das.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A academia &amp;eacute; conhecida por ser um meio rigoroso e &amp;agrave;s vezes n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o receptivo &amp;agrave; propostas experimentais. Como voc&amp;ecirc; enxerga permeabilidade para seu projeto, e em quais &amp;aacute;reas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fernanda:&lt;/strong&gt; Eu enxergo a arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em qualquer fenda que o sistema acad&amp;ecirc;mico deixar dispon&amp;iacute;vel para que eu encontre. A universidade &amp;eacute; cartesiana. O pr&amp;oacute;prio Curr&amp;iacute;culo Lattes exige que professores universit&amp;aacute;rios e pesquisadores contabilizem suas produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es acad&amp;ecirc;micas, e que estas sejam, de prefer&amp;ecirc;ncia, indexadas em revistas com alto &amp;iacute;ndice de impacto. Assim, como julgar a arte? Como desenvolver um conceito de arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o num ambiente t&amp;atilde;o acostumado a an&amp;aacute;lises metodol&amp;oacute;gicas estat&amp;iacute;sticas? Meu primeiro impulso de resposta a essas perguntas recai sobre a argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, tamb&amp;eacute;m, em aceitar determinadas regras do jogo. Por exemplo: existe uma determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o para como se deve escrever um artigo cient&amp;iacute;fico. Utilizar dessa forma imposta para dizer daquilo que &amp;eacute; filos&amp;oacute;fico-experimental passa a ser uma sa&amp;iacute;da. &amp;Eacute; que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; pra jogar futebol se atletas decidirem de uma hora pra outra fazerem gol com as m&amp;atilde;os. N&amp;atilde;o seria mais futebol, mas outro esporte. O f&amp;iacute;sico Amit Goswami, autor do livro Criatividade Qu&amp;acirc;ntica, perpassa essas quest&amp;otilde;es. Diz que o artista acaba promovendo regras e modus operandi que tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o organizados tal qual uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica. Eu imagino, ent&amp;atilde;o, que para cada modalidade (e para cada artista), as regras do jogo se imp&amp;otilde;em conforme o processamento e o desenvolvimento de sua arte, assim como o Projeto Diz-Quetes, que parte de um ponto e caminha para uma crescente de ideias e agrega&amp;ccedil;&amp;otilde;es, amplificando-se e modificando-se numa espiral, lugar onde o conte&amp;uacute;do n&amp;atilde;o se finda em si mesmo. Acredito que seja desta forma que a arte adquire essa vantagem de poder se infiltrar em todas as &amp;aacute;reas de estudo e pesquisa. A cirurgia pl&amp;aacute;stica &amp;eacute; um exemplo. Traz a est&amp;eacute;tica ao t&amp;oacute;pico da medicina. Depois, uma vez dentro da universidade, com o tempo ela, a arte, pode se tornar menos cartesiana aos pesquisadores com propostas mais experimentais (excluindo dessa palavra o pr&amp;oacute;prio m&amp;eacute;todo cient&amp;iacute;fico, a pesquisa experimental, e incluindo a&amp;iacute;, ent&amp;atilde;o, o experimento livre das estat&amp;iacute;sticas, nas normas, dos preceitos, a experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o po&amp;eacute;tico-filos&amp;oacute;fica). Dentro do sistema &amp;eacute; mais f&amp;aacute;cil encontrar brechas para uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um material cujo conte&amp;uacute;do escrito pode ser diferente daquele comandado pelas normas cient&amp;iacute;ficas e, ent&amp;atilde;o, v&amp;atilde;o se alterando os antigos paradigmas. O interessante, portanto, n&amp;atilde;o &amp;eacute; equivaler arte &amp;agrave; ci&amp;ecirc;ncia cartesiana, mas dar &amp;agrave;s duas uma oportunidade de co-exist&amp;ecirc;ncia, cada qual trilhando seu caminho, mas propondo intersec&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e, ambas, demonstrando suas import&amp;acirc;ncias. E este eu acho o principal desafio da universidade quando se pensa essa quest&amp;atilde;o da arte-experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O disquete como suporte, acaba sendo um pouco emblem&amp;aacute;tico, uma c&amp;aacute;psula do tempo: ele guarda palavras na maioria das vezes n&amp;atilde;o acess&amp;iacute;veis (por causa da falta de uma m&amp;aacute;quina compat&amp;iacute;vel que o leia). Voc&amp;ecirc; enxerga isso como uma analogia &amp;agrave; linguagem e &amp;agrave;s pessoas, que &amp;agrave;s vezes, nessa sociedade ca&amp;oacute;tica n&amp;atilde;o conseguem ser lidas pelas outras? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fernanda: &lt;/strong&gt;Isso &amp;eacute; realmente curioso. Quando - eu e a Let&amp;iacute;cia Mendon&amp;ccedil;a, minha s&amp;oacute;cia no ateli&amp;ecirc; de literatura e criatividade, o &lt;a href=&quot;http://www.letracorrida.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Letra Corrida &lt;/a&gt;- come&amp;ccedil;amos a angariar disquetes para o projeto, percebemos que algumas pessoas ficaram receosas com o conte&amp;uacute;do dos mesmos, embora tiv&amp;eacute;ssemos garantido que n&amp;atilde;o ter&amp;iacute;amos como descobrir os segredos dos discos uma vez que n&amp;atilde;o t&amp;iacute;nhamos mais leitores adequados em nossos computadores. Al&amp;eacute;m disso, algumas surpresas sugiram, como o fato de encontrarmos pessoas que ainda se utilizam dos disquetes e dos computadores mais antigos para trabalhos digitais, embora estas mesmas pessoas co-existam com m&amp;aacute;quinas mais modernas. Depois, quando surgiu o pensamento de se montar um espa&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico para o ateli&amp;ecirc;, percebi a necessidade de um mime&amp;oacute;grafo e de uma m&amp;aacute;quina de escrever. Um pouco impulsionada pela rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas &amp;agrave;s exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que s&amp;atilde;o feitas com os Diz-Quetes. &amp;Eacute; que em um determinando momento, uma crian&amp;ccedil;a, cerca de 10 anos, perguntou o que eram aqueles peda&amp;ccedil;os de pl&amp;aacute;sticos quase quadrados. Imediatamente pensei no resgate de uma mem&amp;oacute;ria digital, j&amp;aacute; que esta &amp;eacute; muito curta. Da&amp;iacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oficinas de fanzines com o uso de mime&amp;oacute;grafos. Tamb&amp;eacute;m desenvolvemos no ateli&amp;ecirc; uma oficina de literatura e criatividade, utilizando-nos dos disquetes. Nesses debates sim, frequentemente colocamos em pauta as m&amp;iacute;dias e as linguagens. Na &amp;uacute;ltima oficina, ministrada por mim e pelo Gazy Andraus (acima j&amp;aacute; citado), re-criamos o projeto dos Diz-Quetes para a HQ e o chamamos de Diz-qu&amp;eacute;tirinhas (com o acento para facilitar a leitura e quebrar paradigmas). Esse momento reflete em muito a quest&amp;atilde;o aqui colocada sobre a n&amp;atilde;o-leitura uns dos outros devido &amp;agrave; uma sociedade em que a demanda capitalista, moderna ou p&amp;oacute;s-moderna, retira dos sujeitos barrados (um conceito da psican&amp;aacute;lise) possibilidades de leitura e de exist&amp;ecirc;ncias, principalmente quando essas se encontram presas &amp;agrave; mais valia, uma aus&amp;ecirc;ncia de la&amp;ccedil;o social. Refletindo, o disquete quadradinho (como aquela crian&amp;ccedil;a mencionou) &amp;eacute; um instrumento regular e racional (cartesiano) assim como o conte&amp;uacute;do que ele cont&amp;eacute;m, codificado, mesmo que n&amp;atilde;o saibamos de exato o que dele pode ser extra&amp;iacute;do. E ainda que encontremos dentro dele um texto liter&amp;aacute;rio, um arquivo com conte&amp;uacute;do criativo, o universo dos disquetes se mant&amp;eacute;m pelo c&amp;oacute;digo bin&amp;aacute;rio. J&amp;aacute; o trabalho feito nas suas superf&amp;iacute;cies, utilizando-os como suporte para a literatura e outras manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, modifica este lugar de leitura, lugar onde as pessoas podem expor suas prosas, poesias, pensamentos, desenhos, imagens, releituras. Um espa&amp;ccedil;o vis&amp;iacute;vel a ser manufaturado por cada um e onde cada um, ent&amp;atilde;o, pode ser facilmente lido pelo outro, um lugar de diferen&amp;ccedil;a e de experi&amp;ecirc;ncias. E isso desperta um contrabalan&amp;ccedil;o e, consequentemente, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cr&amp;iacute;tica. O fato &amp;eacute; que, rapidamente, uma tecnologia substitui outra. O disquete ficou obsoleto e uma das propostas do Projeto Diz-Quetes, Todos na Literatura foi a de resgat&amp;aacute;-lo a partir de sua &amp;ldquo;imperman&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, ou seja, resgat&amp;aacute;-lo a partir da reflex&amp;atilde;o do pouco de tempo de perman&amp;ecirc;ncia das coisas, a chamada obsolesc&amp;ecirc;ncia. &amp;ldquo;Imprime-se&amp;rdquo; novos conte&amp;uacute;dos, textos, poesias, HQs, desenhos em objetos que guardariam esses mesmos conte&amp;uacute;dos de forma digital, signos que, presos em uma linguagem j&amp;aacute; n&amp;atilde;o acess&amp;iacute;vel, n&amp;atilde;o podem mais ser lidos ou apreciados a n&amp;atilde;o ser que saiam e atinjam o externo. E a&amp;iacute; est&amp;aacute; o debate entre uma ess&amp;ecirc;ncia permanente e a obsolesc&amp;ecirc;ncia impermanente. Resgata-se a conjun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e os disquetes re-tornam ao seu objetivo inicial, de serem instrumentos leg&amp;iacute;veis, dispon&amp;iacute;veis para a &amp;ldquo;fala&amp;rdquo;. Hoje, o que me preocupa, &amp;eacute; que, com a internet e as novas tecnologias, criamos outras formas de nos fazer sermos lidos, mas na dupla-m&amp;atilde;o, perdemos tamb&amp;eacute;m. Explico. Na ocasi&amp;atilde;o da oficina na qual desenvolvemos a proposta do Diz-qu&amp;eacute;tirinhas, pudemos observar o quanto as pessoas deixaram de ler ou de se expressarem atrav&amp;eacute;s dos desenhos, e, consequentemente, da palavra. Historicamente, desde os prim&amp;oacute;rdios da humanidade, as pinturas rupestres constitu&amp;iacute;ram a base dos sistemas de escrita mais complexos. Ao faz&amp;ecirc;- las, como forma de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e registro social, os homens pr&amp;eacute;-hist&amp;oacute;ricos mantinham-se muito pr&amp;oacute;ximos &amp;agrave;s artes uma vez que o detalhismo tomava-lhes um tempo de garantia ao entendimento e compreens&amp;atilde;o daquilo que estava sendo gravado nas paredes das cavernas; e o envolvimento deles com esses registros, com as cer&amp;acirc;micas e pinturas, evidentemente, requeria um apre&amp;ccedil;o est&amp;eacute;tico. J&amp;aacute; se formos pensar nos hier&amp;oacute;glifos eg&amp;iacute;pcios, eles foram se perdendo com a invas&amp;atilde;o de outros povos, fato que alterou a l&amp;iacute;ngua e escrita local, incorporando a elas novos elementos. Hoje os hier&amp;oacute;glifos s&amp;atilde;o sin&amp;ocirc;nimos de uma escrita de dif&amp;iacute;cil compreens&amp;atilde;o. Ent&amp;atilde;o, repito: na medida em que ganhamos, perdemos. Creio que seja inevit&amp;aacute;vel essa perda e tamb&amp;eacute;m o ganho causado pela perda. &amp;Eacute; consenso entre os estudiosos que uma linguagem mais f&amp;aacute;cil, mais limpa, atinge muito mais pessoas do que uma linguagem mais rebuscada, com palavras incomuns, distantes do cotidiano. Os disquetes, e sua perda de fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reflete bem isso, e ilustram a analogia proposta para essa resposta. H&amp;aacute; uma ambival&amp;ecirc;ncia com a chegada da internet e das novas tecnologias que se modificam a cada instante, e cada vez mais r&amp;aacute;pido. E mais, que tamb&amp;eacute;m modificam a cada instante, e tamb&amp;eacute;m cada vez mais r&amp;aacute;pido, nossas formas de nos impormos ao mundo e de sermos lidos por ele.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Um-Ode-aos-discos-de-midias-magneticas-removiveis-com-Fernanda-de-Aragao#comments</comments>
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 <pubDate>Fri, 27 Jul 2012 22:12:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Meta quem?</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Meta-quem</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;Hoje a Metareciclagem &amp;eacute; o meio mais seguro e consciente de reciclar o lixo eletr&amp;ocirc;nico. &amp;Eacute; uma id&amp;eacute;ia nova sobre a reapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologia objetivando a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. Atrav&amp;eacute;s dela est&amp;aacute; sendo poss&amp;iacute;vel dar um novo destino a pe&amp;ccedil;as que n&amp;atilde;o teriam um fim adequado, acabando lan&amp;ccedil;ado no meio ambiente&amp;quot;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse &amp;eacute; o paragr&amp;aacute;fo inicial da nota que Orlando &lt;a href=&quot;http://suacidade.org/porto-velho/prefeitura-usa-metareciclagem-para-dar-melhor-destino-ao-lixo-eletronico&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;linkou&lt;/a&gt;, sobre as atividades da prefeitura de Porto Velho - onde &lt;a href=&quot;http://cristianofigo.wordpress.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Cristiano Figueir&amp;oacute;&lt;/a&gt; (aka Figo) costuma articular projetos. Por&amp;eacute;m, como Marcelo Braz trouxe, talvez n&amp;atilde;o se trate de uma reverbera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rede, &lt;a href=&quot;http://www.newsrondonia.com.br/lerNoticias.php?news=17335&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;mas uma apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; da pr&amp;oacute;pria prefeitura. Hudson, que teve uma &lt;a href=&quot;http://mutgamb.org/blog/Criticas-ao-Nucleo-de-Gerenciamento-de-Residuos-Eletroeletronicos-de-Sorocaba&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;experi&amp;ecirc;ncia nada agrad&amp;aacute;vel com a prefeitura de Sorocaba&lt;/a&gt;, comentou:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Pelo jeito a MetaReciclagem est&amp;aacute; virando um dos pilares de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas para juventude e/ou meio ambiente. Ficou uma quest&amp;atilde;o, quantas prefeituras est&amp;aacute; utilizando o termo, ser&amp;aacute;? Como levantar isto?&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda sobre problemas com res&amp;iacute;duos sol&amp;iacute;dos e gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, Marcelo Braz&lt;a href=&quot;http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35-atitude/939-reciclagem-falha-na-rio20.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; sublinhou o ocorrido no Rio+20&lt;/a&gt;, e Lu Tognon fez um coment&amp;aacute;rio importante: o papel do uso e do descarte e das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas realizadas &amp;eacute; de todos n&amp;oacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Excluir tem a ver com escolher,&amp;nbsp;frear o consumo &amp;eacute; impossivel. Se nem mesmo as autoridades no assunto &amp;quot;impacto do lixo eletr&amp;ocirc;nico sobre o planeta&amp;quot; conseguem algum tipo de lei que diminua o ritmo dessa enorme m&amp;aacute;quina que constr&amp;oacute;i celulares, e outras novidades que os geeks tanto adoram...Ter consci&amp;ecirc;ncia de como se d&amp;aacute; o descarte, pra onde vai e como, j&amp;aacute; &amp;eacute; algum tipo de consci&amp;ecirc;ncia..&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 19 Jul 2012 09:56:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Os velhos novos celulares</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Os-velhos-novos-celulares</link>
 <description>&lt;p&gt;Lu Tognon enviou um pedido &amp;agrave; lista:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Algu&amp;eacute;m aqui sabe onde, em S&amp;atilde;o Paulo, posso conseguir celulares velhos em grande quantidade? De prefer&amp;ecirc;ncia, via doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou em segundo plano, por um pre&amp;ccedil;o bem barato.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lu comentou que na Santa ifig&amp;ecirc;nia, esses celulares saem por R$ 3,00 a 4,00. Ela vai utiliz&amp;aacute;-los em um projeto de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que est&amp;aacute; produzindo para o Lucas Bambozzi. O nome do projeto &amp;eacute; Mobile Crash e se assemelha muito com essa proposta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/6izB8ClPO78&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por&amp;eacute;m, o resultado final n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; virtual. A apresentacao&lt;em&gt; live image&lt;/em&gt;, ser&amp;aacute; algo fisico: uma m&amp;aacute;quina destru&amp;iacute;dora de celulares.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;A m&amp;aacute;quina ter&amp;aacute; capacidade de ler o campo eletromagn&amp;eacute;tico do entorno, acelerando a quantidade de celulares destru&amp;iacute;dos a medida que o n&amp;uacute;mero de pessoas usando celulares na sala, aumenta.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Os-velhos-novos-celulares#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 18 Jul 2012 10:17:54 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Poder usar e Saber Usar</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Poder-usar-e-Saber-Usar</link>
 <description>&lt;p&gt;Marcos Egito, do CRC Recife, compartilhou links sobre uso de softwares e hardwares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um deles aborda a quest&amp;atilde;o da Liberdade de Instalar Software Livre,&lt;a href=&quot;http://www.Dicas-L.com.br/dicas-l/20120706.php&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; dispon&amp;iacute;vel aqui&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;Estamos preocupados de que a Microsoft e fabricantes de hardware implementem essas restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es de inicializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (boot) de um modo que impe&amp;ccedil;a seus usu&amp;aacute;rios de iniciar (boot) qualquer coisa que n&amp;atilde;o seja Windows. Nesse caso, a melhor pedida &amp;eacute; chamar essa tecnologia Boot Restrito (ou Inicializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Restrita), j&amp;aacute; que tal requisito seria uma restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o desastrosa para os usu&amp;aacute;rios de computadores e de modo algum um atributo de seguran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A outra quest&amp;atilde;o &amp;eacute; sobre o descarte do Percloreto de Ferro, usado emalgumas oficinas de Rob&amp;oacute;tica Livre, para fazer as placas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;O que fazer depois, jogar o Percloreto ralo abaixo? Deixar que ele se junte ao esgoto e v&amp;aacute; para sei l&amp;aacute; onde?&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcelo Braz linkou mais sobre o assunto (&lt;a href=&quot;http://http://www.handmades.com.br/forum/index.php?topic=1192.0&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.handmades.com.br/forum/index.php?topic=1192.msg17911#msg17911&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;2&lt;/a&gt;), e Jos&amp;eacute; Neto, mandou &lt;a href=&quot;http://mutgamb.org/sites/mutgamb.org/files/percloreto.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;possibilidades bem legais que podem ser baixadas nesse pdf. &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Poder-usar-e-Saber-Usar#comments</comments>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/lixo-eletr%C3%B4nico">lixo eletrônico</category>
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 <pubDate>Fri, 06 Jul 2012 11:14:26 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Marcelo Braz relata o seminário SP+Limpa</title>
 <link>http://mutgamb.org/blog/Marcelo-Braz-relata-o-seminario-SPLimpa</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://mutgamb.org/blog/Eventos-sobre-lixo-eletronico-nos-proximos-dias&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;No dia 18 de maio&lt;/a&gt;, Marcelo Braz trouxe &amp;agrave; lista a not&amp;iacute;cia do&lt;a href=&quot;http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/05/seminario-sp-limpa-discute-o-impacto-causado-pelo-lixo.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; Semin&amp;aacute;rio SP+LImpa&lt;/a&gt; que aconteceria no dia 5 de junho, na Escola Polit&amp;eacute;cnica da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo. No dia 5, Marcelo foi at&amp;eacute; l&amp;aacute; e compartilhou seu relato:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/seminario/splimpa/cobertura/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Estavam l&amp;aacute;&lt;/a&gt; somente na &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/sptv-2edicao/t/edicoes/v/estudantes-e-especialistas-debatem-formas-para-melhorar-gestao-de-residuos-em-sp/1979360/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;abertura &amp;quot;oficial&amp;quot;&lt;/a&gt; o governador e o prefeito. Provavelmente somente na&lt;br /&gt;
		abertura, porque sabiam que viriam cr&amp;iacute;ticas fortes &amp;agrave;s respectivas gest&amp;otilde;es na sequ&amp;ecirc;ncia. O que realmente ocorreu, quando a voz foi dada aos acad&amp;ecirc;micos e a catadora presente. Que, diga-se de passagem, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o estava na programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento, mas que a Professora Loschiavo, numa&lt;br /&gt;
		louv&amp;aacute;vel iniciativa, deu voz para ela no palco. A catadora mandou muito bem, ao contar a pr&amp;oacute;pria hist&amp;oacute;ria e a da cooperativa mais antiga de S&amp;atilde;o Paulo, a Coopamare. Fique sabendo ainda que o Cedir-Usp ser&amp;aacute; remanejado para um outro espa&amp;ccedil;o chamado Cersol - Centro Multidisciplinar de Estudos em Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos, ser&amp;aacute; inaugurado e divulgado na pr&amp;oacute;xima semana em um evento parecido a esse. O dado inquietante &amp;eacute; que eles ter&amp;atilde;o sua &amp;aacute;rea f&amp;iacute;sica reduzida a metade da &amp;aacute;rea atual, que j&amp;aacute; era pequena pelo volume que recebiam. E que estar&amp;atilde;o subordinados a Prefeitura do Campus, a meu ver decis&amp;atilde;o completamente equivocada da reitoria fantoche pois enfraquece o car&amp;aacute;ter de experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por n&amp;atilde;o estarem mais vinculado diretamente a um instituto de pesquisa. &amp;Eacute; a triste situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da USP, a bur(r)ocracia matando qualquer semente de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e liberdade. Pra resumir, os acad&amp;ecirc;micos concordaram todos em um ponto: de que a Pol&amp;iacute;tica Nacional dos Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos, mesmo tra&amp;ccedil;ando metas ambiciosas, est&amp;aacute; a passos lent&amp;iacute;ssimos em sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Um professor chegou a afirmar que a meta prevista de 2014 para o fim dos lix&amp;otilde;es, se o processo continuar no ritmo atual, ser&amp;aacute; atingida somente l&amp;aacute; por 2035! O cara do MIT&lt;a href=&quot;http://http://senseable.mit.edu/trashtrack/visualizations.php?id=2&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt; apresentou um projeto bem louco&lt;/a&gt;. Eles colocaram tags(etiquetas eletr&amp;ocirc;nicas rastre&amp;aacute;veis pelas torres de celulares) em variados tipos de lixo e depois sairam mapeando para saber por onde o lixo andaria. O resultado &amp;eacute; incr&amp;iacute;vel, pois teve lixo que viajou pra cacete pelo EUA e depois voltou pr&amp;oacute;ximo ao ponto de origem, na Calif&amp;oacute;rnia.&lt;br /&gt;
		O governador usou Ubatuba como exemplo de quanto o lixo &amp;eacute; descartado longe de sua origem. No caso de Ubatuba um caminh&amp;atilde;ozinho passa em &lt;a href=&quot;http://www.ovale.com.br/mobile/nossa-regi-o/prefeituras-do-litoral-norte-discutem-meios-para-por-fim-a-exportac-o-de-lixo-1.205603&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;frente a Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Alavanca&lt;/a&gt; e vai &amp;quot;depositar&amp;quot; o lixo a 180 km de l&amp;aacute;, em Trememb&amp;eacute; no Vale do Para&amp;iacute;ba.&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 06 Jun 2012 09:58:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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