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 <title>Mutirão da Gambiarra - pirataria</title>
 <link>http://mutgamb.org/taxonomy/term/147/0</link>
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 <title>Entraves e desentraves</title>
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 <description>&lt;p&gt;Amadeu Zoe compartilhou a retomada da &lt;a href=&quot;http://dadaradio.net/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;DadaRadio&lt;/a&gt;. E tamb&amp;eacute;m surgiu a &lt;a href=&quot;http://http://jornal.jurid.com.br/materias/noticias/venda-dvd-pirata-nao-considerad o-crime-violacao-autoral/idp/53378&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;improv&amp;aacute;vel absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; para a venda de DVD Pirata, que rendeu um coment&amp;aacute;rio interessante de Marcelo Braz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lei tem um dispositivo, que n&amp;atilde;o me lembro qual &amp;eacute;, especificando que se algu&amp;eacute;m roubar comida para poder sobreviver n&amp;atilde;o &amp;eacute; crime. Do mesmo modo, &amp;quot;roubar&amp;quot; cultura para pensar n&amp;atilde;o &amp;eacute; crime. Esse juiz &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_Achado_na_Rua&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;analisou ao inv&amp;eacute;s de julgar&lt;/a&gt; &amp;agrave; letra morta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por&amp;eacute;m, enquanto isso..&lt;a href=&quot;http://www.ebookbr.com/2012/05/livrodehumanasorg-pirataria-ou.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;.uma notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial&lt;/a&gt; exigiu que o site &lt;a href=&quot;http://livrodehumanas.org&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Livro de Humanas&lt;/a&gt; fosse fechado sob a alega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fazer pirataria. Ainda sob entraves, Tati Prado &lt;a href=&quot;http://www.canalcontemporaneo.art.br/brasa/archives/004813.html&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;linkou a carta&lt;/a&gt; dos conselheiros do Conselho Nacional de Pol&amp;iacute;tica Cultural, que ponta problemas na participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o social no atual modelo imposto pela ministra Ana de Hollanda.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/blog/Entraves-e-desentraves#comments</comments>
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 <pubDate>Tue, 22 May 2012 13:57:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Operação Pirata</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Opera%C3%A7%C3%A3o-Pirata</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&quot; title=&quot;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h1 class=&quot;title&quot;&gt;Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pirata&lt;/h1&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;submitted&quot;&gt;Enviado por hernani dimantas | 05/10/2006 |&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um projeto colaborativo se faz com esfor&amp;ccedil;o coletivo. Uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria. N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel estabelecer v&amp;iacute;nculos entre essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ca&amp;oacute;tica com os m&amp;eacute;todos de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tradicional. Toda vez que tentamos administrar ca&amp;iacute;mos na armadilha do velho mundo: Uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o neg&amp;oacute;cio, e n&amp;atilde;o para projetos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma sociedade pirata, ent&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o era uma sociedade igual &amp;agrave;s outras:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ideais inclu&amp;iacute;am proximidade com rotas marinhas conhecidas, nativos (e nativas) amistosos, isolamento e grande dist&amp;acirc;ncia de toda autoridade e realidade de pot&amp;ecirc;ncia europ&amp;eacute;ia, um agrad&amp;aacute;vel clima tropical e talvez um posto comercial ou taverna onde pudessem gastar o butim. Estavam preparados para aceitar lideran&amp;ccedil;a tempor&amp;aacute;ria em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de combate, mas em terra preferiam a liberdade absoluta mesmo se ao pre&amp;ccedil;o da viol&amp;ecirc;ncia. Na busca pelo butim, estavam dispostos a viver ou morrer pela democracia radical como princ&amp;iacute;pio organizador. Mas no desfrute do butim, insistiam na anarquia. [WILSON, 2001:173]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desta forma, penso num navio como uma c&amp;eacute;lula motivada para alcan&amp;ccedil;ar um objetivo. No caso, pirata era a pilhagem de outros navios. Homens se reuniam para esse fim. Carregavam comida e estrat&amp;eacute;gias (muitas bandeiras diferentes para ludibriar os oponentes) para o mar. Mas o mais importante era a capacidade de tomada de decis&amp;atilde;o aut&amp;ocirc;noma e a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O navio pirata era independente. Contava apenas com suas pr&amp;oacute;prias armas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estamos come&amp;ccedil;ando a viver numa sociedade em rede. O terror, os partidos pol&amp;iacute;ticos e a pirataria sempre se valeram melhor da rede do que a sociedade concebida sob a &amp;eacute;gide da cultura de massa. E estamos come&amp;ccedil;ando a perceber que para viver em rede temos que perceber seus meandros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Projetos independentes e colaborativos como o MetaReciclagem s&amp;oacute; podem se desenvolver se pensarmos de forma pirata. C&amp;eacute;lulas orientadas a projetos. Autonomia de gest&amp;atilde;o. Muita informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fluindo entre as partes e, principalmente, a convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que cada c&amp;eacute;lula representa o todo. E assim termos a certeza da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um projeto comum e rizom&amp;aacute;tico. Cada membro do grupo necessita contribuir como base para os outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Richard Barbrook diz que no fim do s&amp;eacute;culo 20 o anarcocomunismo n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mais confinado entre em os intelectuais de vanguarda. O que antes f&amp;ocirc;ra revolucion&amp;aacute;rio agora &amp;eacute; banal. Ele diz que:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;ldquo;as pessoas participam dessa hi-tech gift economy, ou seja, uma economia na qual os bens est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis t&amp;atilde;o abundantemente que fluem livremente. Uma economia que, de certa forma, rege a pr&amp;aacute;tica do conhecimento livre. Para muitas pessoas a &amp;lsquo;gift economy&amp;rsquo; &amp;eacute; simplesmente o melhor m&amp;eacute;todo de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o no espa&amp;ccedil;o cibern&amp;eacute;tico. Nessa economia mista da Rede, o anarcocomunismo se tornou uma realidade do cotidiano.&amp;rdquo; [BARBROOK,1998]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a palavra do s&amp;eacute;culo XXI. Linus Torvalds causou um alvoro&amp;ccedil;o enorme ao liberar o c&amp;oacute;digo numa lista de debates. &amp;lsquo;Release early and release often&amp;rsquo; (libere cedo e libere sempre) passou a redesenhar um modelo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o como capital social. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o para fazer qualquer coisa que o desejo provoque. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sobreviv&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A entrada da internet como ferramenta de catalisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de redes modifica as estruturas burguesas e, por incr&amp;iacute;vel que possa parecer, essa ferramenta fez um estrago nas idiossincrasias dos poderosos. A internet &amp;eacute; maqu&amp;iacute;nica, pois recria no &amp;acirc;mago da sociedade um poder n&amp;ocirc;made que se recria a cada instante, catalisado pelos n&amp;oacute;s das redes. &amp;Eacute; uma reviravolta nos dogmas ocidentais.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:26:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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