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 <title>Mutirão da Gambiarra - rizoma</title>
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 <title>A MetaReciclagem</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/MetaReciclagem</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://comunix.org/content/metareciclagem-1&quot; title=&quot;http://comunix.org/content/metareciclagem-1&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://comunix.org/content/metareciclagem-1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;h1 class=&quot;title&quot;&gt;A Metareciclagem&lt;/h1&gt; &lt;span class=&quot;submitted&quot;&gt;Enviado por hernani dimantas | 05/10/2006 | &lt;/span&gt; &lt;div class=&quot;taxonomy&quot;&gt;em &lt;ul class=&quot;links inline&quot;&gt;&lt;li class=&quot;first taxonomy_term_4&quot;&gt;&lt;a class=&quot;taxonomy_term_4&quot; title=&quot;&quot; rel=&quot;tag&quot; href=&quot;http://comunix.org/taxonomy/term/4&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;meta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;taxonomy_term_21&quot;&gt;&lt;a class=&quot;taxonomy_term_21&quot; title=&quot;&quot; rel=&quot;tag&quot; href=&quot;http://comunix.org/taxonomy/term/21&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;metareciclagem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;last taxonomy_term_327&quot;&gt;&lt;a class=&quot;taxonomy_term_327&quot; title=&quot;&quot; rel=&quot;tag&quot; href=&quot;http://comunix.org/category/tags/mutir%C3%A3o-gambiarra&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;mutir&amp;atilde;o gambiarra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;David Weinberger e Doc Searls dizem que &#039;Quando olhamos para um poste, vemos redes com fios. E vemos esses fios como parte de sistemas: o sistema telef&amp;ocirc;nico, o sistema de energia el&amp;eacute;trica, o sistema de TV a cabo. Mas a Internet &amp;eacute; diferente. N&amp;atilde;o &amp;eacute; fia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o &amp;eacute; um sistema. E n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma fonte de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Internet &amp;eacute; um modo que permite a todas coisas que se chamam redes coexistir e trabalhar em conjunto. &amp;Eacute; uma Inter-net (inter-rede), literalmente. O que faz a &amp;quot;Net&amp;quot; ser &amp;quot;Inter&amp;quot; &amp;eacute; o fato de que ela &amp;eacute; apenas um protocolo - o protocolo Internet (IP - &amp;quot;Internet Protocol&amp;rdquo;), ou um acordo sobre como fazer coisas funcionarem em conjunto. Este protocolo n&amp;atilde;o especifica o que as pessoas podem fazer com a rede, o que podem construir na sua periferia, o que podem dizer, ou quem pode dizer. O protocolo simplesmente diz: se voc&amp;ecirc; quer trocar bits com outros, &amp;eacute; assim que se faz. Se voc&amp;ecirc; quer conectar um computador - ou um celular ou uma geladeira - &amp;agrave; Internet, voc&amp;ecirc; tem que aceitar o acordo que &amp;eacute; a Internet.&#039;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse acordo n&amp;atilde;o apenas instala o controle. Galloway, em Protocolo, coloca:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Protocolo &amp;eacute; fundamentalmente a tecnologia de inclus&amp;atilde;o, e a abertura &amp;eacute; a chave para essa inclus&amp;atilde;o. [GALLOWAY; 2004:147]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A cultura hacker percebe a imaturidade desses protocolos e prop&amp;otilde;e uma nova &amp;eacute;tica e bom senso e, assim, forja um novo modelo. Esses argumentos e id&amp;eacute;ias nos levam a pensar na internet como um espa&amp;ccedil;o de agenciamento, mas que torna poss&amp;iacute;veis saltos acentuados tanto da &amp;eacute;tica como da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta na microf&amp;iacute;sica do poder.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nessa espuma informacional emergem novas formas de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Listas de discuss&amp;atilde;o, blogs, flogs, Orkuts, mensagens instant&amp;acirc;neas, ou qualquer outra ferramenta que conecte grupos. Esses grupos formam focos de movimentos sociais. Quanto mais engajado for o projeto, mais intensa ser&amp;aacute; a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Esse fuzu&amp;ecirc; informacional torna poss&amp;iacute;vel a catalisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agenciamento coletivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O efeito &amp;eacute; rizom&amp;aacute;tico. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cola no agenciamento. E vice-versa. Numa multid&amp;atilde;o hiperconectada o conhecimento livre tende a se expandir. A pr&amp;aacute;tica do conhecimento livre traz a reboque uma s&amp;eacute;rie de novos paradigmas que dialogam em tempo real com os enunciados que at&amp;eacute; agora deram sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o filos&amp;oacute;fica &amp;agrave; humanidade. Estamos presenciando mudan&amp;ccedil;as dr&amp;aacute;sticas nos debates sobre propriedade intelectual, liberdade de express&amp;atilde;o, nas pr&amp;aacute;ticas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Estamos apenas no in&amp;iacute;cio de uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o televisionada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste contexto, a metareciclagem &amp;eacute; uma conversa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rede focada no trabalho imaterial, um tipo de interconex&amp;atilde;o que acontece em tempo real, uma conversa&amp;ccedil;&amp;atilde;o engajada com uma expectativa existencial otimista em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s possibilidades de mudan&amp;ccedil;as e de revolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A metareciclagem privilegia o di&amp;aacute;logo.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:25:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Aspas, aspas...</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Aspas-aspas</link>
 <description>&lt;p&gt;permalink:&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.alfarrabio.org/index.php?itemid=2599&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.alfarrabio.org/index.php?itemid=2599&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Papo rolando na lista&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/efeefe/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;FF lan&amp;ccedil;a&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;o que me interessa na parada &amp;eacute; realimentar a rede... se n&amp;atilde;o fossem pessoas que assumiram o nome e afirmaram fazer metareciclagem, mas ao mesmo tempo contaram aqui na lista e deixaram a gente acompanhar e interagir, a gente talvez estivesse at&amp;eacute; hoje repetindo as mesmas coisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; assim, metareciclagem n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma coisa definida. &amp;eacute; um jogo coletivo cujos objetivos s&amp;atilde;o desvelar seus pr&amp;oacute;prios objetivos. mas se n&amp;atilde;o tiver gente chegando e reformulando a rede com novas perspectivas e id&amp;eacute;ias, ficam s&amp;oacute; as mesmas pessoas repetindo os mesmos objetivos de sempre.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; a&amp;iacute; a pergunta, como a gente assegura que uma pr&amp;aacute;tica seja ao mesmo tempo livremente replic&amp;aacute;vel, mas tenha sempre essa onda de as pessoas contribu&amp;iacute;rem de volta com o coletivo?&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://elenara.com.br/versao2.0/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Lel&amp;ecirc; embola&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;Abriu a possibilidade de uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o simb&amp;oacute;lica que propusesse uma horizontalidade sem cair na anarquia. Dif&amp;iacute;cil? Muito. Imposs&amp;iacute;vel? Talvez. Mas reconhecer o imposs&amp;iacute;vel que nos organiza &amp;eacute; uma de nossas responsabilidades (disse isso prumas descentradas tb&amp;eacute;m, hehehe). Temos uma responsabilidade tanto com nosso corpo qto com o pr&amp;oacute;ximo ou com a comunidade. Intervir e participar com nossa experi&amp;ecirc;ncia se misturou com outras l&amp;iacute;nguas definitivamente (no sentido de saliva mesmo). Podemos compartilhar coisa com amigos e isto &amp;eacute; fundamental.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/efeefe/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;FF replica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;a&amp;iacute; tem mais quest&amp;otilde;es... falar em &amp;quot;controle&amp;quot; e &amp;quot;coletivo&amp;quot; na mesma frase &amp;eacute; necessariamente flertar com o demonho?&lt;br /&gt; ou talvez seja exatamente isso que mantenha o &amp;quot;livre&amp;quot; vi&amp;aacute;vel? de um jeito ou de outro, GPL &amp;eacute; uma forma de controle coletivo, n&amp;atilde;o &amp;eacute;? controle comunit&amp;aacute;rio talvez?&lt;br /&gt; mas existe uma comunidade aqui? ou s&amp;atilde;o s&amp;oacute; conversas que compartilham uma sensibilidade, sem necessariamente virar uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;quot;em rede&amp;quot;?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; aspas, &amp;quot;aspas&amp;quot;, &amp;quot;&#039;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;font color=&quot;red&quot;&gt;&lt;b&gt;Segundo clich&amp;ecirc;:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://comunix.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;HdHd invade a &amp;aacute;rea&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;metareciclagem &amp;eacute; pot&amp;ecirc;ncia. n&amp;atilde;o &amp;eacute; poder. logo n&amp;atilde;o cabe uma formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos termos de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, filia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou que seja. J&amp;aacute; tivemnos essa discuss&amp;atilde;o antes. E percebemos que meta n&amp;atilde;o &amp;eacute; ong. meta &amp;eacute; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as pessoas, &amp;eacute; agenciamento, &amp;eacute; rizoma, &amp;eacute; rede.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Mas admito que me incomoda quando pessoas que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m nada a ver com esse movimento, amigos ou inimigos, utilizam o metareciclagem como uma marca, como status... ou o escambau. Eu acho que temos que pensar em algo. Gosto da proposta do Dalton, pois a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um &amp;eacute; o que faz do meta a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Cada um participa de um jeito diferente. Mas, o karma de cada um tem q ser melhor apropriado pela pr&amp;oacute;pria rede do meta.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.ecommunita.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Dalton mata no peito&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;bem, o assunto avan&amp;ccedil;a e bem...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; se somos uma comunidade, tudo depende de como vemos isso...&lt;br /&gt; eu vejo que sim.&lt;br /&gt; pq?&lt;br /&gt; estamos em cont&amp;iacute;nuo processo de aprendizado informal uns com os outros...&lt;br /&gt; compartilhamos momentos...&lt;br /&gt; tecemos amizades...&lt;br /&gt; dividimos id&amp;eacute;ias, sonhos, projetos...&lt;br /&gt; isso parte daqui, muitas vezes...&lt;br /&gt; por exemplo, falando por mim, minha vida vem mudando muito devido a isso aqui...&lt;br /&gt; pois &amp;eacute;, comunidade &amp;eacute; multid&amp;atilde;o.&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Conclus&amp;otilde;es? N&amp;atilde;o, nenhumas... mas que &amp;eacute; uma del&amp;iacute;cia ver esse povo discutindo, ah, isso &amp;eacute;!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso vai longe, bem longe...&lt;/p&gt; &lt;div class=&quot;field field-type-text field-field-autorx&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Autor (a):&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item&quot;&gt;Paulo Bicarato&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:18:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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