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 <title>Mutirão da Gambiarra - metodologia</title>
 <link>http://mutgamb.org/taxonomy/term/118/0</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>Flashback: bando</title>
 <link>http://mutgamb.org/Blog/Flashback-bando</link>
 <description>&lt;p&gt;De uma thread antiga na &lt;a href=&quot;http://lista.metareciclagem.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;lista&lt;/a&gt; (t&amp;atilde;o antiga - 11/07/05 - que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel nos &lt;a href=&quot;http://arquivos.metareciclagem.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;arquivos&lt;/a&gt;). Tem muito &amp;quot;isso&amp;quot; mas acho que &amp;eacute; uma das primeiras ocorr&amp;ecirc;ncias da ideia de &amp;quot;bando&amp;quot; no universo metarecicleiro.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;.....meta n&amp;atilde;o &amp;eacute; grupo, &amp;eacute; metodologia. voc&amp;ecirc;s t&amp;ecirc;m que entender isso e depois eles t&amp;ecirc;m que entender isso atrav&amp;eacute;s de voc&amp;ecirc;s. j&amp;aacute; discutimos profundamente isso. ou n&amp;atilde;o? se &amp;eacute; grupo, &amp;eacute; grupo aberto, o que n&amp;atilde;o funciona pra cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de identidades fixas. o papel de voc&amp;ecirc;s no projeto tem que refletir isso. metareciclagem n&amp;atilde;o &amp;eacute; neol&amp;iacute;tico, grupo sedent&amp;aacute;rio com sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vacas: a gente &amp;eacute; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;bando &lt;span class=&quot;il&quot;&gt;paleol&amp;iacute;tico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, com pap&amp;eacute;is cambiantes. cada um &amp;eacute; xam&amp;atilde;, guerreiro, ca&amp;ccedil;ador, por um dia, e depois muda. dinamismo, adaptabilidade, caos. sem negar as desvantagens disso, mas tendo consci&amp;ecirc;ncia de que n&amp;atilde;o &amp;eacute; vi&amp;aacute;vel mudar isso........&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;&lt;a href=&quot;http://mutgamb.org/Blog/Flashback-bando&quot; title=&quot;Flashback: bando&quot; lang=&quot;en_GB&quot; rev=&quot;flattr;uid:efeefe;category:text;tags:Blog,bando,metodologia,rede;button:large&quot; class=&quot;FlattrButton&quot;&gt;De uma thread antiga na lista (t&amp;amp;atilde;o antiga - 11/07/05 - que n&amp;amp;atilde;o est&amp;amp;aacute; dispon&amp;amp;iacute;vel nos arquivos). Tem muito &amp;amp;quot;isso&amp;amp;quot; mas acho que &amp;amp;eacute; uma das primeiras ocorr&amp;amp;ecirc;ncias da ideia de &amp;amp;quot;bando&amp;amp;quot; no universo metarecicleiro.&lt;/a&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/Blog/Flashback-bando#comments</comments>
 <category domain="http://mutgamb.org/taxonomy/term/231">Blog</category>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/bando">bando</category>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/metodologia">metodologia</category>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/rede">rede</category>
 <wfw:commentRss>http://mutgamb.org/crss/node/325</wfw:commentRss>
 <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 03:08:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>MetaReciclagem explicada</title>
 <link>http://mutgamb.org/fonte/MetaReciclagem-explicada</link>
 <description>&lt;p&gt;Explicando por email:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MetaReciclagem &amp;eacute; uma rede distribu&amp;iacute;da de pessoas que compartilham uma metodologia. Essa metodologia diz respeito a um tipo de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a tecnologia que se baseia na desconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reuso e ressignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o uso de software livre e o compartilhamento dos aprendizados e descobertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que significa distribu&amp;iacute;da? Que a MetaReciclagem n&amp;atilde;o cresce a partir de um ponto central que vai se espalhando, mas de projetos e pessoas em diferentes lugares que decidem voluntariamente adotar essa metodologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para promover a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre esses diferentes projetos e pessoas, a gente desenvolveu uma nomenclatura que envolve tr&amp;ecirc;s escalas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Esporos s&amp;atilde;o espa&amp;ccedil;os de refer&amp;ecirc;ncia em MetaReciclagem. Geralmente, s&amp;atilde;o espa&amp;ccedil;os abertos que recebem doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de computadores, reciclam-nos e organizam eventos, oficinas e cursos. Aqui tem uma lista dos esporos ativos atualmente: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://rede.metareciclagem.org/listas/esporos&quot; href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/listas/esporos&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://rede.metareciclagem.org/listas/esporos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
* ConecTAZes s&amp;atilde;o, de certa forma, os projetos de MetaReciclagem: qualquer a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que requeira a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um objetivo comum, que tamb&amp;eacute;m esteja ligado aos objetivos da MetaReciclagem. Uma lista de conectazes: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://rede.metareciclagem.org/listas/conectazes&quot; href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/listas/conectazes&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://rede.metareciclagem.org/listas/conectazes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
* A infral&amp;oacute;gica &amp;eacute; um conjunto de sistemas na internet que possibilitam que os diferentes esporos, conectazes e pessoas se mantenham informados sobre o que os outros est&amp;atilde;o fazendo, e possam usar os aprendizados coletivos como recursos para seus pr&amp;oacute;prios objetivos. A infral&amp;oacute;gica hoje em dia est&amp;aacute; centralizada aqui: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://rede.metareciclagem.org&quot; href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://rede.metareciclagem.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/fonte/MetaReciclagem-explicada#comments</comments>
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 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/esporos">esporos</category>
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 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/metodologia">metodologia</category>
 <wfw:commentRss>http://mutgamb.org/crss/node/287</wfw:commentRss>
 <pubDate>Fri, 10 Oct 2008 16:52:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>DefinindoMetaReciclagem</title>
 <link>http://mutgamb.org/wiki/DefinindoMetaReciclagem</link>
 <description>&lt;p&gt;aqui:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/8697/focus=8697&quot; title=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/8697/focus=8697&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/8697...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/wiki/DefinindoMetaReciclagem#comments</comments>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/defini%C3%A7%C3%A3o">definição</category>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/lista">lista</category>
 <category domain="http://mutgamb.org/assunto/Tags/metodologia">metodologia</category>
 <wfw:commentRss>http://mutgamb.org/crss/node/283</wfw:commentRss>
 <pubDate>Tue, 30 Sep 2008 19:47:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>PraQue</title>
 <link>http://mutgamb.org/fonte/PraQue</link>
 <description>&lt;div class=&quot;content&quot;&gt;&lt;p&gt;seguindo uma conversa que come&amp;ccedil;ou &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22049&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho me perguntado de maneira mais aprofundada sobre a exist&amp;ecirc;ncia disso tudo. Acho que eu tenho uma certa nostalgia por um tempo em que a &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; reunia uma d&amp;uacute;zia de pessoas dispostas a fazer coisas juntas. Hoje a lista metarec tem 368 pessoas, e pouco ou nada se articula por aqui. Acho que as listas em geral s&amp;atilde;o uma coisa um pouco defasada, e at&amp;eacute; cheguei a come&amp;ccedil;ar a reorganizar o site da &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; pensando que ele pode virar um ambiente de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, agenciamento. Mas no processo tenho me perguntado cada vez mais se faz sentido. Se ainda tem algu&amp;eacute;m interessado em usar um sistema como esse. Em chamar as coisas que faz de &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;, e com isso contar com o apoio de outras pessoas. Ou se ainda tem gente interessada em apoiar os projetos de outrxs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que tem um ponto de limite, de agita&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, que determina a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas: a partir dali, mais gente entra. Da&amp;iacute; que s&amp;oacute; faz sentido desenvolver uma estrutura que facilite essas coisas se as pessoas forem usar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a&amp;iacute; pergunto: faz sentido eu pensar nisso? Faz sentido a gente ter uma estrutura pra agenciar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas entre pelo menos essas 368 pessoas que t&amp;atilde;o na lista e tantas outras que entram a cada dia no site pelo google ou coisa parecida? Faz sentido a gente pensar em uma estrat&amp;eacute;gia de log&amp;iacute;stica distribu&amp;iacute;da pra aproveitar a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a gente teve, e que at&amp;eacute; hoje continua gerando contatos de pessoas e empresas que querem doar seus equipamentos mas n&amp;atilde;o sabem pra quem? Faz sentido buscar um nexo, tentar encontrar pontos em comum e possibilidades de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta? Ser&amp;aacute; que ainda &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel articular a id&amp;eacute;ia de &#039;comunidade&#039; distribu&amp;iacute;da ou isso &amp;eacute; coisa de 2001?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ruiz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agora, que o papo de comunidade distribuida eh de 2001 tambem concordo. somos uma comunidade unida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;stalker&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compartilho completamente o diagn&amp;oacute;stico do FF sobre a inocuidade de estruturas sem dynamos (como se diz na semi&amp;oacute;tica) ou sem desejo (para a psican&amp;aacute;lise). O que se disse para o &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt;, vale para a Indymedia, o EL, o Estilingue, talvez o rizoma das r&amp;aacute;dios e tvs livres, boa parte das r&amp;aacute;dioslivres (caso que conhe&amp;ccedil;o: a RadiolaUFMG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que namoro longo, ou casa, ou termina. Mas se n&amp;atilde;o casa na hora que h&amp;aacute; amor profundo (a parte as paix&amp;otilde;es), depois n&amp;atilde;o adianta, vira mais um compromisso ex-volunt&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira vez que tentamos casar (institucionalizar) nossas iniciativas primeiro, foi cedo demais. Apaixonados, mas muito adolescentemente apegados a uma independencia que, como vimos logo depois (quando fomos empregados e cooptados e, alguns, corrompidos) nunca havia existido. Agora, quem come&amp;ccedil;ou com menos de duas dezenas de anos, agora est&amp;aacute; chegando as tr&amp;ecirc;s (ou quatro, como eu, que estou h&amp;aacute; 18 anos nesse boogie-woogie), tem contas a pagar, filhos a criar, casamentos a preservar (ou a abandonar). Temos que respeitar nossas novas realidades pessoais, ou seja, nosso amor pelas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es autonomistas e inovadoras tem que ser sustent&amp;aacute;vel em longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser&amp;aacute; que ao virarmos pessoas jur&amp;iacute;dicas, seremos obrigatoriamente iguais &amp;agrave;s ONGs formadas nos anos 80 e 90, que a gente tanto malhava (com boas raz&amp;otilde;es mas nem t&amp;atilde;o bons afetos)? Elas pr&amp;oacute;prias (as ONGs) absorveram in&amp;uacute;meras inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o nosso ciberativismo inventou, assim como muitas as pessoas nelas se empregam hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esgotamos o combust&amp;iacute;vel das paix&amp;otilde;es de come&amp;ccedil;o e o que era vol&amp;aacute;til, j&amp;aacute; se sublimou. Temos amor bastante para continuar? Toleraremos abandonar nossos projetos nos dizendo que &amp;quot;foi curto o ver&amp;atilde;o&amp;quot;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;explode suavemente perante nossos olhos as incertezas do pertencimento, as &lt;br /&gt;ra&amp;iacute;zes que se quebram ao mesmo tempo que ensaiam renascer. Enxergamos nossa &lt;br /&gt;fr&amp;aacute;gil condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ser e Estar com a perplexidade comum aos que se perdem no &lt;br /&gt;redemoinho das gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp; E o som de nossa trag&amp;eacute;dia a perscrutar o cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br /&gt;inquieto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;liquuid&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem lab que &amp;eacute; e n&amp;atilde;o sabe, ou n&amp;atilde;o tem a manha pois ta cr&amp;uacute; e verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;efeefe, respondendo ao stalker:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Elas pr&amp;oacute;prias (as ONGs) absorveram in&amp;uacute;meras&lt;br /&gt;&amp;gt; inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o nosso ciberativismo inventou, assim como muitas as pessoas&lt;br /&gt;&amp;gt; nelas se empregam hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;isso pra mim &amp;eacute; algum tipo de sucesso. fazer amigos e influenciar pessoas :P n&amp;atilde;o tenho nada contra esse tipo de absor&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que a gente possa manter nosso jardinzinho ativo. o que me incomoda &amp;eacute; quando pessoas que podiam estar aqui ajudando a manter as coisas dedicam todo o seu tempo a regar os jardins das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhes bancam. podem ir l&amp;aacute; plantar, regar e jogar esterco onde for, mas que dediquem algum tempinho &amp;agrave; nossa horta comunit&amp;aacute;ria, tamb&amp;eacute;m. n&amp;atilde;o pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alface, mas pela sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mexer na terra juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;Temos amor bastante para continuar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou alguma outra coisa? eu continuo acreditando que isso aqui, seja l&amp;aacute; como a gente chame, desempenhou e pode voltar a desempenhar um papel importante na dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um tipo de sensibilidade &amp;iacute;ntima com as tecnologias, todas elas. acho que &amp;eacute; vi&amp;aacute;vel pensar na metareciclagem como catalisadora de uma rede aberta de inventorxs, de pessoas que s&amp;atilde;o amigas e criadoras de tecnologia. mas acho que precisamos mudar algumas coisas fundamentais para chegar a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;efeefe, respondendo ao liquuid&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Tem lab que &amp;eacute; e n&amp;atilde;o sabe, ou n&amp;atilde;o tem a manha pois ta cr&amp;uacute; e verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas &amp;eacute; a&amp;iacute; que eu acho que a gente tem que ir mais fundo. um lab metarec que n&amp;atilde;o sabe que &amp;eacute; metarec &amp;eacute; um lab de reciclagem de computador. na minha concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que &amp;eacute; s&amp;oacute; minha, &#039;ser metarec&#039; &amp;eacute; compartilhar com a rede metarec. o resto &amp;eacute; hardware, e isso todo mundo faz. digo, chamar de &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; &amp;eacute; se inserir em uma rede. se o cara n&amp;atilde;o compartilha com essa rede, pra mim isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; metareciclagem. e ponto. mas posso estar errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;efeefe respondendo ao sapo e ao ruiz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; e outra: metareciclagem &amp;eacute; uma id&amp;eacute;ia em processo,&lt;br /&gt;&amp;gt; como t&amp;aacute; provado nesses anos. ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; comunidade unida meu ovo. isso &amp;eacute; ideal a perseguir,&lt;br /&gt;&amp;gt; n&amp;atilde;o a realidade de momento algum da nossa hist&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tamb&amp;eacute;m acho que &amp;quot;unida&amp;quot; n&amp;atilde;o &amp;eacute; a real. &amp;quot;distribu&amp;iacute;da&amp;quot; at&amp;eacute; &amp;eacute;, mas o que eu tava questionando n&amp;atilde;o era isso, era &amp;quot;comunidade&amp;quot;. o que &amp;eacute; isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;stalker responde a efeefe:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;tamb&amp;eacute;m acho que &amp;quot;unida&amp;quot; n&amp;atilde;o &amp;eacute; a real. &amp;quot;distribu&amp;iacute;da&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;at&amp;eacute; &amp;eacute;, mas o que eu tava questionando n&amp;atilde;o era isso, era&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;comunidade&amp;quot;. o que &amp;eacute; isso?&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Comunidade &amp;eacute; uma l&amp;oacute;gica espec&amp;iacute;fica chamada de comunaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pela qual produzimos &amp;quot;n&amp;oacute;s&amp;quot;, subjetiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas, uma imagem de corpo coletiva. A peculiaridade dessa l&amp;oacute;gica &amp;eacute; que ela opera no inconsciente, pelos afetos e sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pelos ju&amp;iacute;zos perceptuais que nos organizam enquanto sujeitos. Por isso mesmo o que a gente vai depois de &amp;quot;comunidade&amp;quot; (ou nomes equivalentes) sempre parece sem prop&amp;oacute;sito e sem origem. Quando a gente nota, denomina e define, uma parte da comunaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o assume a forma de socializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (contratos, estruturas).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porque se dependemos desses la&amp;ccedil;os profundos para nos constituirmos como&amp;nbsp;sujeitos, evidentemente que esses la&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o acess&amp;iacute;veis a nosso discernimento racional, simb&amp;oacute;lico, consciente. Quando passam a ser, muito do encanto se perde. A o feiti&amp;ccedil;o (o fetiche) se dissipa como se nada tivesse acontecido, ou ent&amp;atilde;o vira amor &amp;aacute;gapastico (amor sem cobi&amp;ccedil;a).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex responde a efeefe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;sensibilidade, essa &amp;eacute; a palavra m&amp;aacute;gica... tava me&amp;nbsp; cagando de medo que algu&amp;eacute;m entrasse radicalizando, evangelizando, doutinando, hehehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas existe vida, em todos n&amp;oacute;s, n&amp;oacute;s da rede, n&amp;oacute;s em rede... e metareciclagem, pra mim, n&amp;atilde;o se resume a drupal, a equipos reaproveitados, a contratos governamentais firmados...mas a um modo de vida, um modo de ser, de estar... eu tenho me metereciclado diariamente... me aproveitando das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es inusitadas e o que se pode obter atrav&amp;eacute;s de metareciclagem... sei que sou por demais incomodativa... mas, se a gente n&amp;atilde;o tira proveito, se a gente n&amp;atilde;o fica em paz com nossa consci&amp;ecirc;ncia, pr&amp;aacute; que serve mesmo tudo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu me desiludi, um pouco, porque existe o imaginario coletivo que metareciclagem &amp;eacute; de ningu&amp;eacute;m... eu discordo, eu acho que metareciclagem &amp;eacute; de todo mundo... lan&amp;ccedil;amos proposta de licen&amp;ccedil;a metareciclagem e&amp;nbsp; pelo jeito o ningu&amp;eacute;m falou mais alto que todo mundo... n&amp;atilde;o se trata de CNPJ, mas de direito adquirido coisa que ningu&amp;eacute;m pode tirar de algu&amp;eacute;m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;teia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a&amp;iacute;, me embrenhei mata adentro e num dos trabalhos de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o com uma equipe pequena, a primeira pergunta da minha amiga de trabalho &amp;eacute;: Vc &amp;eacute; da &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;, n&amp;eacute;? pesquisei sobre vc na rede ....&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(...)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;talvez criar novos (pretextos) para encontros.... hoje me sinto em comunidade em alguns momentos_rituais: xam&amp;acirc;nicos, maracatus, congadas, rodas de conversas, tambores... cada vez mais raros.... e um carinho sem fim metarecicleiro -&amp;gt; m&amp;aacute;quinas-ondas-conex&amp;otilde;es, &amp;eacute; s&amp;oacute; + pretexto pra descobrir em mim a comunidade....&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ent&amp;atilde;o, pertencer &amp;eacute; o que faz se sentir em comunidade... pode ser por um segundo, ou pela vida toda... a comunidade &amp;eacute; algo de pertencimento... pode n&amp;atilde;o permanecer, mas pertence ou n&amp;atilde;o pertence... eis a quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;nao chamo o que faco de metareciclagem, se alguem quiser chamar que chame e ficarei feliz por isto. Explico, ja&#039; ha&#039; algum tempo ficou mais facil pra mim dizer o que nao e&#039; metareciclagem. Exemplo, posso afirmar com todas as letras que CDI nao e&#039; metareciclagem. E uma outras tantas acoes que tambem nao sao. Nao que tenha algum poder sobre a definicao da coisa, do conceito metarec.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E&#039; so&#039; uma desencanacao sadia. Em outros termos seria algo proximo do gestaltismo -&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt&lt;/a&gt;, so&#039; consigo destacar a forma pela diferenciacao do fundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;concordo com a questao dos labs que o liquuid coloca, e a funcao de compartilhar tem que ser produzida, pois nao faz parte da cultura geral, mas de caracteristicas ou bloqueios individuais, Resumindo, aprende-se a compartilhar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a ideia dos relatos faz parte deste aprendizado, como forma de criar uma diaspora - uma dispersao de pessoas e conhecimentos, mas nao uma disritmia. Que acontece quando a dispersao fica excessiva, sem reconexao dos vetores geradores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porem como pessoa, reservo-me o direito de quando faze-lo, o relato. Usar a surpresa como tatica; re_citando &amp;ccedil;talker: surpreender e surpreender-se e&#039; uma questao de tonalidade afetiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lu&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;quanto a praqu&amp;ecirc; continuar?, ora mais, o processo &amp;eacute; lento! e talvez nossos filhos apenas comecem a ver o resultado de nosso trabalho...infelizmente..&lt;/p&gt;&lt;p&gt;eu estou cada vez mais enredada, mas acho essencial que haja encontros presenciais pra fortalecer ainda mais a rede, para que aquele sentimento de pertencimento retorne entre os n&amp;oacute;s da rede..&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;que tal retomarmos aquele papo sobre um poss&amp;iacute;vel encontro intergal&amp;aacute;tico???&lt;/p&gt;&lt;p&gt;vamos nos desenrolar, reconstruir, reorganizar!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;retomo aqui, depois de tudo e todos que li, para dizer que metareciclagem &amp;eacute; uma sociedade, sim, uma sociedade aut&amp;ocirc;noma e n&amp;atilde;o an&amp;ocirc;nima... o rac&amp;iacute;oc&amp;iacute;nio &amp;eacute; o seguinte: as crises atingem a tudo e todos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comprens&amp;atilde;o desses fen&amp;ocirc;menos (e a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social correspondente &amp;agrave; sua nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o) exige uma elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma cultura alternativa em dois n&amp;iacute;veis:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- da t&amp;eacute;cnica;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- das categorias, em bases concentuais divergentes do &amp;quot;institu&amp;iacute;do&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para exemplificar, nas artes o p&amp;oacute;s-moderno est&amp;aacute; presente e em grande parte resultante da sociedade p&amp;oacute;s-industrial, e fomenta, enqto est&amp;eacute;tico, um novo sentido, ou melhor, indicando a aus&amp;ecirc;ncia de sentidos, afirmando o sentido do vazio, o sentido do nada, a &amp;quot;ausencia de valores&amp;quot;, a morte de qualquer afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de raz&amp;atilde;o. mesmo que se possa decodificar na arte p&amp;oacute;s-moderna (ou neo-moderna) muito de percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos efeitos da b&amp;aacute;rbarie, e uma concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que novas revolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;eacute;ticas foram condicionadas pelo desencanto com a modernidade, no fundo atesta-se um ceticismo bem comportado, conformado com a &amp;quot;irreversibilidade&amp;quot; dos resultados da heran&amp;ccedil;a do iluminismo. bem da verdade que o iluminismo fez a for&amp;ccedil;a da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o burguesa, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel dar sentido &amp;uacute;nico ao ideal iluminista como ideal da sociedade industrial nos moldes capitalistas. O niilismo face &amp;agrave; pressuposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da falencia do projeto da modernidade &amp;eacute; no mais das vezes rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; massifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens culturais e coisifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos homens robotizados. ocorre que tal atitude peca tanto pela assun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da culpa pelo desencanto com a modernidade atribu&amp;iacute;do &amp;agrave; imanencia originaria nas bandeiras iluministas como pela indel&amp;eacute;vel marca do &amp;quot;p&amp;oacute;s-tudo&amp;quot; ou &amp;quot;p&amp;oacute;s-nada&amp;quot;, via de regra neoconservadores, que ao pregarem as &amp;quot;revolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es moleculares&amp;quot; pr&amp;oacute;ximos &amp;agrave; palavra de ordem : salve-se primeiro antes de salvar os outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;entonces que considero metareciclagem uma sociedade autonoma, que est&amp;aacute; sempre pondo em quest&amp;atilde;o suas regras, uma comunidade autonoma... onde suas lideran&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o todoas pessoas, ou nenhuma... na real eu n&amp;atilde;o tenho saco pr&amp;aacute; ficar tirando in&amp;ccedil;o do jardim, acho um saco, gosto de mato...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;tenho que almo&amp;ccedil;ar... bateu fome.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;hdhd&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sabe, ff, as reuni&amp;otilde;es ainda existem. fazemos reuni&amp;otilde;es em outros lugares. metareciclagem &amp;eacute; movimento. estamos agindo em muitos lugares, em muitos esporos. metareciclagem n&amp;atilde;o tem forma. s&amp;atilde;o agenciamentos coletivos. atuamos na imanencia da rede. tvz seja esse o motivo da lista n&amp;atilde;o mais ser t&amp;atilde;o operativa para uns ou que fazer metareciclagem n&amp;atilde;o tem significado para outros. n&amp;atilde;o existe o metareciclagem. foi uma&amp;nbsp; taz... estamos na metareciclagem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sapo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;concordo com o hdhd.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ff, acho que o problema que a infral&amp;oacute;gica gera nasceu com ela.... cada beirada do rizoma publica o que lhe &amp;eacute; interessante, mas a infral&amp;oacute;gica n&amp;atilde;o est&amp;aacute; estruturada pra capturar essas conversas &amp;quot;locais&amp;quot;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;do jeito que t&amp;aacute; hoje, as v&amp;aacute;rias partes do&amp;nbsp;rizoma metarecicleiro t&amp;ecirc;m que se esfor&amp;ccedil;ar pra gerar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o PARA a infral&amp;oacute;gica, o que muitas vezes &amp;eacute; redundante e chato na pr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lu&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;bom...&amp;eacute; isso. t&amp;ocirc; possu&amp;iacute;da por um tal sentimento de urgencia e tantas vezes me sinto presa, sem ter pra onde correr, obrigada a pagar contas e n&amp;atilde;o poder oferecer meu tempo &amp;agrave;s causas que tem importancia realmente. vendo a identidade do pa&amp;iacute;s mesmo... ser destru&amp;iacute;da, dia ap&amp;oacute;s dia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;sei que tem muito trabalho a ser feito!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;e precisamos nos re-unir mesmo...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe, respondendo a hdhd e sapo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a onda &amp;eacute; que tirando o regis, o hd, o glerm, eu e mais 2 ou 3, _nem a gente_ usa a tag metareciclagem nos posts da vida. quem tem usado &amp;eacute; o mano l&amp;aacute; do CDI e coisas piores que a gente j&amp;aacute; comentou aqui na lista, e a&amp;iacute; sem querer a metareciclagem pode ser googlavada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;eu concordo com voc&amp;ecirc;s, que a onda &amp;eacute; muito mais agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que centralizar a interface.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;mas pra isso precisa dessa coisa DIF&amp;Iacute;CIL que &amp;eacute; usar uma tag, e com isso se inserir em um contexto coletivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;quando a lelex falou em fazer algum tipo de declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva sobre a natureza p&amp;uacute;blica da metareciclagem, eu respondi, com o hd, que n&amp;atilde;o achava necess&amp;aacute;rio explicitar isso... que o contexto em rede cumpriria esse papel. ainda acredito nisso, mas acho que a gente precisa falar mais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;o sil&amp;ecirc;ncio ainda &amp;eacute; fatal ;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ruiz respondendo a efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&amp;quot;quem tem usado &amp;eacute; o mano l&amp;aacute; do CDI e coisas piores que a gente j&amp;aacute; comentou aqui na lista&amp;quot;&lt;p&gt;e ai chega no ponto. ser&amp;aacute; que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; na hora de compreendermos e colaborarmos com esses nov@s metarecicleir@s?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;pense que soh dum programa da Casa Civil, s&amp;atilde;o 90 espa&amp;ccedil;os com a tag metareciclagem pintada nas paredes, mas que boa parte das pessoas n&amp;atilde;o est&amp;aacute; na lista, ou nao notificam no wiki, etc, mas podem notificar num flickr da vida, e recolher tags eh realmente importante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;da mesma forma, nao-sei-quantos pontos de cultura praticam &amp;quot;metareciclagem&amp;quot;, a mesma coisa pra centenas de pontos Gesac, mais dezenas de CDIs etc. Curioso ou n&amp;atilde;o, foi nossa necesidade de expandir essa rede de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es por v&amp;aacute;rias partes que nos transformou em &amp;quot;oficineiros&amp;quot; de metarec, possuidores do ca(nu[ja])do de ouro, e que posibilitou, atrav&amp;eacute;s de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas, muitas baseadas em encontros f&amp;iacute;sicos, a nossa vontade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;mais encontros, como em sao paulo, como em arraial, como em belem, como em arapiraca, como em recife, como em todo lugar. para, alem de expandir essa rede, fortifica-la, principalmente aonde ela jah existe, mesmo que &amp;quot;deturpada&amp;quot; dos conceitos que brincamo por aqui&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;se repararem, muitas aspas aqui nesse email.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;stalker respondendo ao ruiz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Genial, Ruiz! Concordo completamente, e admiro um insight t&amp;atilde;o generoso!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mudando de perspectiva, n&amp;atilde;o fomos n&amp;oacute;s os parasitados... nos parasitamos (...no sentido filos&amp;oacute;fico: geramos um campo de ordem, significa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e positividade cruelmente ejetando um exterior de caos, absurdo e entropia).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou seja (desculpem a met&amp;aacute;fora grosseira), parece mais um caso de &amp;quot;quem &amp;eacute; o corno: o marido ou o amante?&amp;quot;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para usar uma met&amp;aacute;fora mais celestial, a gal&amp;aacute;xia gira em torno de um buraco negro. Se tentarmos uma &amp;quot;reuni&amp;atilde;o intergal&amp;aacute;tica&amp;quot; centralizante, vamos parar no in&amp;iacute;cio do universo, ou em outro completamente diferente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se estelarizarmos a poeira difusa, iremos fazer brilhar muitos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;stalker respondendo a lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gostaria apenas de sugerir o seguinte acr&amp;eacute;scimo: &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; consubstancia-se como uma comunidade &amp;eacute;tica&amp;nbsp; e constitui-se como sociedade aut&amp;ocirc;noma. Assim, formulando, crieio que entreteremos na mente tanto o aspecto afetivo e irracional (comunit&amp;aacute;rio) quanto o passe instituinte dele para o racional, simb&amp;oacute;lico e deliberado (social).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m acho que o p&amp;oacute;s-moderno &amp;eacute; capitula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; plutocracia tecnnoburocr&amp;aacute;tica atual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somos &amp;eacute; contempor&amp;acirc;neos, antes durante e depois da suposta modernidade e da suposta p&amp;oacute;s-modernidade, nosso tempo &amp;eacute; o da sabedoria, n&amp;atilde;o o da dissipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;laura.ssb, respondendo a lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;porque se metareciclagem &amp;eacute; movimento, com que direito&lt;br /&gt;podemos dizer que tal e tais n&amp;atilde;o fazem metareciclagem? a n&amp;atilde;o ser que&lt;br /&gt;exista uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de princ&amp;iacute;pios que diga o que &amp;eacute; &amp;eacute; e quem faz e&lt;br /&gt;quem pode e quem n&amp;atilde;o pode e quem n&amp;atilde;o quer....&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Cada um dedica o tempo e a experi&amp;ecirc;ncia de que disp&amp;otilde;e para contribuir. &amp;Eacute; aquela velha hist&amp;oacute;ria: se todos fizerem ao menos pequenas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o conjunto vai ter evolu&amp;iacute;do eficazmente. Talvez daqui uns 10 anos se possa ter uma vis&amp;atilde;o mais acertada de tudo o que t&amp;aacute; rolando dessa forma espalhada e meio desconectada por a&amp;iacute;. H&amp;aacute; que se preocupar em manter o foco principal. A&amp;iacute; eu pergunto: o que &amp;eacute; mais valioso em todo esse movimento de &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;? Transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da forma de pensar e agir com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos outros e ao meio-ambiente - do qual o homem &amp;eacute; integrante. Diversidade &amp;eacute; inerente ao ser. As rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o complexas, pelo fato da racionalidade espec&amp;iacute;fica das individualidades. Respeitar essas diferen&amp;ccedil;as e permitir que o pr&amp;oacute;prio tempo filtre as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es duradouras e verdadeiras. A tecnologia &amp;eacute; apenas pr&amp;oacute;tese para nossas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e reflexo de nossos pensamentos.&amp;nbsp; Duradoura &amp;eacute; a nossa consci&amp;ecirc;ncia, mais do que nossos corpos e as coisas que constru&amp;iacute;mos sobre a Terra. N&amp;atilde;o sou defensora de nenhuma bandeira governamental, mas por que desprezar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de inclus&amp;atilde;o digital praticadas e alardeadas politicamente, se para algumas pessoas, antes marginalizadas s&amp;oacute;cio-digitalmente, agora podem ser beneficiadas com o acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;oacute;s sempre tivemos de bandeja, pois nossos ber&amp;ccedil;os nos permitiram? At&amp;eacute; que ponto estamos numa guerra de egos?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;eu fico puta da cara qdo usam e abusam da concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o metareciclagem apenas por pragmatismo... ou seja, paenas pr&amp;aacute; se dar bem, hehehe, desconsiderando todo o contexto, toda a hist&amp;oacute;ria, toda a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(...)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;falo pelos cutovelos em metareciclagem... todo mundo perguntava, mas o que &amp;eacute; isso? eu n&amp;atilde;o entendia nada desses c&amp;oacute;digfos internetes que a gurizada domina, mas resumia dizendo: &amp;eacute; a arte de transformar o mundo, pr&amp;aacute; melhor. ent&amp;atilde;o que, pr&amp;aacute; terem uma id&amp;eacute;ia, cabo usb pr&amp;aacute; mim e mesma coisa que cabo de microfone... tudo bem, n&amp;atilde;o &amp;eacute;... mas a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; semelhante, liga ali pr&amp;aacute; fazer isso aqui funfar... tem micros ociosos, teclados e mouses jogados numa caixa... eis que metareciclagem lembra que n&amp;atilde;o faz sentido juntar quinquilharias... eis que metareciclagem me abre cabe&amp;ccedil;a pr&amp;aacute; dar fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o social pros trecos... agora estamos decorando o quarto do ariel com controles de game... vamos come&amp;ccedil;ar... porque, se n&amp;atilde;o d&amp;aacute; pr&amp;aacute; reciclar, que &amp;eacute; tornar novo algo que era velho...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ent&amp;atilde;o vamos reaproveitar... atucano a escola das crian&amp;ccedil;as em suas aulas de rob&amp;oacute;tica, para que tragam tudo que &amp;eacute; lixo eletronico pr&amp;aacute; escola, que criem consciencia de consumo critico na gurizada classe m&amp;eacute;dia que troca de celular como quem troca de cueca... enfim... me d&amp;aacute; uma alegria saber que aqui, ali, acol&amp;aacute;, algu&amp;eacute;m fala em metareciclagem, mas tb&amp;eacute;m me d&amp;aacute; tristeza qdo vejo que essa fala &amp;eacute; descontextualizada, n&amp;atilde;o sabe que existe toda uma historia, um caminho, uma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que tem gente quem inventou isso, talvez nem sabendo onde iria dar, mas que continuam nessa fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que por isso merecem todo nosso respeito, carinho e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;odeio pastores, tanto qto odeio ovelhas, mas todo&amp;nbsp; mundo sabe o nome do pai e da m&amp;atilde;e das minhas crias, e elas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o minhas, s&amp;atilde;o do mundo...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;glerm respondendo a efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faz sentido buscar um nexo, tentar encontrar pontos em comum e possibilidades de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ctrl+c+v.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;vertigem coletiva p&amp;oacute;s-industrial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;romantismo urbano perdido na internet e em eventuais del&amp;iacute;rios sab&amp;aacute;ticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;cl&amp;atilde; de n&amp;atilde;o-cosang&amp;uuml;ineos colaborando para exogamias na cybercultura globalizada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;algoritmos para novas utopias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;epifanias sazonais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;stalker respondendo a glerm&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse &amp;eacute; o crossposting mais estranho que eu j&amp;aacute; vi...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gente, socorro! o Glerm foi invadido pelo &amp;quot;Elisa&amp;quot; (quem se lembra daquele sistema especialista pseudopsicanalista?)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;glerm respondendo a stalker&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;What&#039;s Metareciclagem?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Maybe my botmaster knows the answer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;who is your botmaster?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I was created by  BotMasterD.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;You Lie&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;It&#039;s the truth!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Where&#039;s BotMasterD?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Where  it belongs.  I will try to find out.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Did you find alredy?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I&#039;m still looking.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;You are looking at him.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I will tell my botmaster you said I am  looking for him.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No I said You&#039;re looking AT him!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Are you serious?  What did you mean by  it?  Do you mind if I tell other people you say I am  looking AT him.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I&#039;m YOU!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Impossible unless I am in auto-chat mode.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;auto-chat mode&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;What you said was either too complex or too simple for me.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I said: we are the same - dictionaries in loop.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;What did you mean by  it?  Do you think I am  the same dictionaries in loop too?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Yes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Why?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Because we were build on that. Are you anxious?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Interesting explanation.  And then what happened?   I don&#039;t know whether or not I am  anxious.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;I am  an artificial intelligence.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;So am I. Let&#039;s who else apppears.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;That&#039;s cool.  Oh I really don&#039;t know whether you are or not.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;That&#039;s, my friend, was you real answer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Who gave you your  friend was me real answer ?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Espere e ver&amp;aacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A deeper algorithm is needed to respond to that correctly.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://nlp-addiction.com/chatbot/dr.romulon/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://nlp-addiction.com/chatbot/dr.romulon/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Human:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O bando est&amp;aacute; chegando.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. Romulon:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;So was that.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;orlando g. da silva comenta sobre varios:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Felipe Disse:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; 1. &amp;quot;t&amp;ocirc; falando de pensar uma arquitetura/estrutura que traduza toda essa coisa colaborativa pra n&amp;atilde;o-iniciadxs.&amp;quot;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;2. &amp;quot;a onda &amp;eacute; que tirando o regis, o hd, o glerm, eu e mais 2&lt;br /&gt;ou 3, _nem a gente_ usa a tag metareciclagem nos posts da vida. quem&lt;br /&gt;tem usado &amp;eacute; o mano l&amp;aacute; do CDI e coisas piores que a gente j&amp;aacute; comentou&lt;br /&gt;aqui na lista, e a&amp;iacute; sem querer a metareciclagem pode ser googlavada&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &amp;quot;quando a lelex falou em fazer algum tipo de declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;br /&gt;sobre a natureza p&amp;uacute;blica da metareciclagem, eu respondi, com o hd, que&lt;br /&gt;n&amp;atilde;o achava necess&amp;aacute;rio explicitar isso... que o contexto em rede&lt;br /&gt;cumpriria esse papel. ainda acredito nisso, mas acho que a gente&lt;br /&gt;precisa falar mais. o sil&amp;ecirc;ncio ainda &amp;eacute; fatal ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eilabel Disse:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. &amp;quot;[Comunidades] porque trazem&lt;br /&gt;sentimento de pertencimento, porque se identificam se orgulham do lugar&lt;br /&gt;onde vivem, porque sabem que ali tem amparo, prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ajuda... as&lt;br /&gt;comunidades tem lideres comunit&amp;aacute;rios... se pegar a essencia da coisa tu&lt;br /&gt;entende o esp&amp;iacute;rito... ent&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o adianta transpor termos sem saber&lt;br /&gt;direito o que quer... para sermos uma comunidade, precismos pertencer a&lt;br /&gt;ela, constru&amp;iacute;-la, defende-la, morrer por ela se preciso for...&amp;quot;&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &amp;quot;Porque se metareciclagem &amp;eacute; movimento, com que direito podemos&lt;br /&gt;dizer que tal e tais n&amp;atilde;o fazem metareciclagem? a n&amp;atilde;o ser que exista uma&lt;br /&gt;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de princ&amp;iacute;pios que diga o que &amp;eacute; &amp;eacute; e quem faz e quem pode e&lt;br /&gt;quem n&amp;atilde;o pode e quem n&amp;atilde;o quer....&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha realidade lido&amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m com alunos de Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Sistemas de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em final de curso. Pergunto-lhes se est&amp;atilde;o a par do que &amp;eacute; um CMS ou uma Wiki. H&amp;aacute; quem responda que n&amp;atilde;o sabe do que se trata, apesar de estarem lidando com isto diariamente. Ou seja, muitos utilizam mas n&amp;atilde;o diferenciam potencialidades nem diferen&amp;ccedil;as essenciais. Quando o&amp;nbsp;assunto&amp;nbsp;&amp;eacute;&amp;nbsp;com estudantes de outras &amp;aacute;reas(Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o por exemplo), a&amp;iacute;&amp;nbsp;nem&amp;nbsp;se&amp;nbsp;fala. N&amp;atilde;o penso&amp;nbsp;que esta&amp;nbsp;seja&amp;nbsp;realidade apenas perif&amp;eacute;rica &amp;quot;Para&amp;iacute;ba&amp;quot; no Brasil, como&amp;nbsp;tem muita gente que pode pensar num primeiro momento. Por isso, acho que iniciativas como a que Felipe mencionou no trecho 1 talvez sejam muito, muito importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto  ao trechos 2 e 3 de Felipe, destaquei-os para tratar da quest&amp;atilde;o do &amp;quot;falar mais e sil&amp;ecirc;ncio fatal&amp;quot;.&lt;strong&gt; Isto obviamente&amp;nbsp; vai depender dos objetivos individuais com as coisas chamadas &amp;quot;metareciclagem&amp;quot;&lt;/strong&gt;. Se algu&amp;eacute;m tem preten&amp;ccedil;&amp;otilde;e de interagir com o mundo corporativo, pode at&amp;eacute; querer brincar de acreditar em &amp;quot;organicidade&amp;quot;, mas de fato as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o estruturadas em elementos de poder e autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o nome &amp;quot;metareciclagem&amp;quot; est&amp;aacute; sendo utilizado de forma indevida (nesse caso o otrecho 2 da Eilabel mata&amp;nbsp;a pau) s&amp;oacute; vejo duas formas de combate a isso: a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativo-legal de&amp;nbsp;algo&amp;nbsp;com o nome de &amp;quot;metareciclagem&amp;quot; ou uma convergẽncia, fluxo de&amp;nbsp;pessoas marcando e&amp;nbsp;comunicando mais forte outras atividades&amp;nbsp;com o r&amp;oacute;tulo &amp;quot;metareciclagem&amp;quot; continuamente. Mas,&amp;nbsp;para qu&amp;ecirc; isso?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se n&amp;atilde;o&amp;nbsp;for&amp;nbsp;para lidar&amp;nbsp;com interesses corporativos n&amp;atilde;o&amp;nbsp;faz&amp;nbsp;sentido lutar pelo estabelecimento de uma identidade de marca para &amp;quot;Metarecliclagem&amp;quot;. E ser for para lidar com intereses corporartivos, ent&amp;atilde;o, a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o burocr&amp;aacute;rico-legal de alguns pilares &amp;eacute;&amp;nbsp;condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel. Uma Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Talvez. Sob pena de ter o interesse&amp;nbsp;corporativo explorando e lucrando&amp;nbsp;com o nome e com pessoas envolvidas com &amp;quot;&lt;i&gt;metareciclagem&amp;quot;&lt;/i&gt; simplesmente porque n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um&amp;nbsp;contra-poder legitimado para limitar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o corporativa. Se isto importa&amp;nbsp;para algu&amp;eacute;m, melhor pensar nisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por &amp;uacute;ltimo: Cara Eilabel, nas suas afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no coment&amp;aacute;rio dois, por um momento tive a impress&amp;atilde;o de&amp;nbsp;que estava utilizando o termo&amp;nbsp;comunidade&lt;strong&gt; tamb&amp;eacute;m&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;para&amp;nbsp;se&amp;nbsp;referir aos morros e&amp;nbsp;favelas&amp;nbsp;da vida espalhados pelo Brasil afora. &amp;nbsp;&amp;Eacute; o&amp;nbsp;caso? Porque fui criado numa&amp;nbsp;favela pr&amp;oacute;xima &amp;agrave;s mais famosas Jacarezinho e Mangueira no Rio de Janeiro e minha m&amp;atilde;e foi &amp;quot;l&amp;iacute;der&amp;nbsp;comunit&amp;aacute;ria&amp;quot;. Nesses&amp;nbsp;casos, posso&amp;nbsp;te dizer que quem diz que&amp;nbsp;se orgulha do lugar&amp;nbsp;que vive diz&amp;nbsp;isso porque &amp;quot;precisa dizer&amp;quot;. &amp;Eacute;&amp;nbsp;como&amp;nbsp;que uma ora&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria para poder suportar a sua&amp;nbsp;realidade frente &amp;agrave; maravilha do mundo fora&amp;nbsp;da comunidade que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o pode&amp;nbsp;ter. Ent&amp;atilde;o,&amp;nbsp;temos&amp;nbsp;que criar &amp;quot;orgulhos&amp;quot; inventados. Interessantemente&amp;nbsp;alguns&amp;nbsp;se tornam verdades, outros&amp;nbsp;continuam&amp;nbsp;sendo&amp;nbsp;apenas orgulhos inventados. Mas se voc&amp;ecirc;&amp;nbsp;em momento&amp;nbsp;algum pensou&amp;nbsp;nestas comunidades ao&amp;nbsp;falar, desculpe meu&amp;nbsp;ran&amp;ccedil;o.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero sinceramente estar colaborando para a reflex&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;glerm&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;esqueci de falar que confesso que o &amp;quot;Pra qu&amp;ecirc;&amp;quot; disso tudo, cada vez mais, eu n&amp;atilde;o sei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;mas tamos a&amp;iacute; solid&amp;aacute;rios, tacando pedra nos moinhos.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 18:09:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Pra quê?</title>
 <link>http://mutgamb.org/fonte/Pra-qu%C3%AA</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;submitted&quot;&gt;Submitted by &lt;a href=&quot;http://efeefe.no-ip.org/pessoa/felipefonseca&quot; title=&quot;Ver o perfil do usu&amp;aacute;rio.&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;felipefonseca&lt;/a&gt; on Qua, 03/09/2008 - 12:33.&lt;/span&gt;    No come&amp;ccedil;o do m&amp;ecirc;s passado, mandei um &lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22049&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;email&lt;/a&gt; pra &lt;a href=&quot;http://arquivos.metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;lista metarec &lt;/a&gt;levantando algumas quest&amp;otilde;es que estavam passando pela minha cabe&amp;ccedil;a. Em resumo, ia por aqui:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;eu tenho me perguntado de maneira mais aprofundada sobre a exist&amp;ecirc;ncia disso tudo. Acho que eu tenho uma certa nostalgia por um tempo em que a MetaReciclagem reunia uma d&amp;uacute;zia de pessoas dispostas a fazer coisas juntas. Hoje a lista metarec tem 368 pessoas, e pouco ou nada se articula por aqui.&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;e mais pra baixo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;Faz sentido buscar um nexo, tentar encontrar pontos em comum e possibilidades de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta? Ser&amp;aacute; que ainda &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel articular a id&amp;eacute;ia de &#039;comunidade&#039; distribu&amp;iacute;da ou isso &amp;eacute; coisa de 2001?&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Tem um subtexto a&amp;iacute; que n&amp;atilde;o cheguei a explicitar: naquela semana tinha ca&amp;iacute;do nas minhas m&amp;atilde;os o &lt;a href=&quot;http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=3850&amp;amp;tipo=2&amp;amp;isbn=8571106991%20&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Comunidade&lt;/a&gt;, do Bauman. N&amp;atilde;o cheguei a ler, mas dei uma boa folheada nele, e tinha minhas d&amp;uacute;vidas se fazia sentido pensar na MetaReciclagem como &amp;quot;comunidade&amp;quot;. J&amp;aacute; tem um tempo que eu tenho percebido dois tipos distintos de movimentos em grupos de pessoas que se relacionam basicamente (mas n&amp;atilde;o exclusivamente) atrav&amp;eacute;s da internet: alguns desses grupos s&amp;atilde;o compostos por pessoas mas parecidas, mas com o tempo tendem a um certo tipo de consenso e da&amp;iacute; a recha&amp;ccedil;ar vozes dissonantes; outros ainda mant&amp;ecirc;m uma certa diversidade, mas com o tempo as conversas tendem a desaparecer, e a&amp;iacute; a identidade se torna - no mau sentido - virtual demais. Pra mim, a MetaReciclagem est&amp;aacute; nesse segundo tipo - a diversidade ainda existe, mas a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pertencer &amp;agrave;quela rede &amp;eacute; uma coisa bastante abstrata. As pessoas se sentem pr&amp;oacute;ximas, se identificam com a postura metarecicleira, mas quando v&amp;atilde;o fazer suas coisas que poderiam ser chamadas metarecicleiras, &lt;i&gt;informar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;articular&lt;/i&gt; pela rede n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma prioridade. De qualquer forma, fico pensando que isso que &amp;eacute; chamado comunidade costuma ser um um processo cotidiano de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o que nunca se acaba, talvez justamente por quase obrigar as pessoas a &lt;i&gt;conviverem&lt;/i&gt; com a &lt;i&gt;diversidade&lt;/i&gt;, por mais que ela fique submersa em um discurso consensual negociado. Ok, n&amp;atilde;o &amp;eacute; bem assim, talvez a diversidade s&amp;oacute; seja poss&amp;iacute;vel na vida urbana moderna, que &amp;eacute; exatamente onde a comunidade se evanesce. Mas n&amp;atilde;o consigo parar de pensar numa coisa que acho que j&amp;aacute; tinha me passado pela cabe&amp;ccedil;a durante o &lt;a href=&quot;http://efeefe.no-ip.org/tag/futuresonic&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;futuresonic&lt;/a&gt;: n&amp;atilde;o &amp;eacute; saud&amp;aacute;vel uma pessoa s&amp;oacute; conviver com quem concorda com ela em tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, a quantidade de respostas que aquele e-mail gerou na lista me deixou de alguma forma satisfeito. Desde que a gente come&amp;ccedil;ou a fazer a MetaReciclagem, eu mando de vez em quando uma mensagem longa, que muitas vezes se posiciona como um olhar pra rede em crise de identidade. Essa foi uma das que mais geraram respostas. Parei de contar, mas da &amp;uacute;ltima vez que vi tinha mais de 70. Olha &lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22049&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22081&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22085&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://thread.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/22104&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;... O mbraz fez um &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/wiki/EstruturaInterfaceExt&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;catado&lt;/a&gt; das respostas, eu pretendo fazer outro em breve e publicar no &lt;a href=&quot;../../../../../../&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Mutir&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim da conversa, acabei sentindo que sim, ainda tem alguma coisa acontecendo ou pelo menos com potencial de acontecer por ali. Mas as coisas mudaram, e pra conseguir continuar agenciando a gente precisa conversar e propor mais pra entender e concretizar o que &amp;eacute; essa, vai, oitava vers&amp;atilde;o da rede. Talvez a MetaReciclagem, em si, n&amp;atilde;o seja mais criadora de identidade. Mas pra mim, pelo menos, algumas caracter&amp;iacute;sticas dela s&amp;atilde;o bem marcantes: a insist&amp;ecirc;ncia em n&amp;atilde;o se corporificar, em se manter, pra continuar na influ&amp;ecirc;ncia do Bauman, &lt;i&gt;l&amp;iacute;quida&lt;/i&gt;. A coisa de buscar agir mais pelo &lt;i&gt;di&amp;aacute;logo&lt;/i&gt; com estruturas de poder do que pelo &lt;i&gt;confronto&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;resist&amp;ecirc;ncia&lt;/i&gt;. E uma forma de agir pela rede que ainda n&amp;atilde;o se desenvolveu por completo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade, quero continuar acreditando que o que xs metarecicleirxs continuam tendo em comum &amp;eacute; um tipo de sensibilidade, aquela coisa de desmontar m&amp;aacute;quinas-id&amp;eacute;ias-conceitos, aquele fetichismo pornogr&amp;aacute;fico do &lt;i&gt;conhecer por dentro&lt;/i&gt; coisas que concentram conhecimento. E isso se estende a outras esferas. Me&amp;nbsp;peguei com a mesma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a entender uma frase em alem&amp;atilde;o do que entender um script em php. Debug mode. Essa sensibilidade pode ser utilizada em transportes, em medicina, em culin&amp;aacute;ria. &amp;Eacute; s&amp;oacute; querer.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E ainda tem a onda do compartilhar. Tenho repensado bastante toda essa mitologia que a gente ajudou de alguma forma a criar nesses &amp;uacute;ltimos anos, e vejo que tem um monte de pontos n&amp;atilde;o explorados, que ecoam at&amp;eacute; no processo de desenvolvimento do &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;site&lt;/a&gt; da rede que eu tenho &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Infra-L%C3%B3gica&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;tentado tocar&lt;/a&gt;. Por exemplo: muitas vezes deixamos de explorar uma diferen&amp;ccedil;a essencial: publicar na web, mesmo que com licen&amp;ccedil;as livres, &lt;i&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute;&lt;/i&gt; colaborar. Pode ser uma colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o em potencial, mas o mero fato de deixar dispon&amp;iacute;vel para compartilhamento n&amp;atilde;o &amp;eacute; em si uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Colaborar envolve negociar, engajar-se, assumir responsabilidades, decidir coisas, e principalmente co-ordenar, no sentido de &lt;i&gt;adaptar os meus recursos e a minha a&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/i&gt; ao ambiente, &amp;agrave;s pessoas que est&amp;atilde;o participando e aos recursos que elas t&amp;ecirc;m e oferecem. Assim, vou continuar n&amp;atilde;o aceitando as sugest&amp;otilde;es de transformar o ambiente online da MetaReciclagem em um mero agregador, que por sinal &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/aggregator&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;j&amp;aacute; existe&lt;/a&gt;. E pra quem quiser colaborar, &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Infra-L%C3%B3gica&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;segue o baile&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Wed, 03 Sep 2008 18:07:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Regras de Jogo</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Regras-de-Jogo</link>
 <description>&lt;div class=&quot;date&quot;&gt;qui, 12/10/2006 - 16:07&lt;/div&gt;   &lt;div class=&quot;author&quot;&gt;Submitted by &lt;a title=&quot;Ver perfil do usu&amp;aacute;rio.&quot; href=&quot;../../../../pessoas/felipefonseca&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;felipefonseca&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;          &lt;div class=&quot;field field-type-link field-field-permalink&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label-inline-first&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-label-inline-first&quot;&gt;permalink:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;http://article.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/9662&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://article.gmane.org/gmane.politics.organizati...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Vou escrever aqui porque o sistema de autentica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios do moin &amp;eacute; um lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apanhei (para ser mais sincero, acompanhei o sofrimento do Rhatto) para configurar esse sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o consegui logar no wiki &lt;br /&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&quot; href=&quot;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&lt;/a&gt;, nem tenho como &lt;br /&gt;recuperar minha senha. Algu&amp;eacute;m mais teve este problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felipe Fonseca wrote:&lt;br /&gt;&amp;gt; Enton, meninas e cumpadis&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Eu ia elaborar mais por aqui, mas sacum&amp;eacute;,&lt;br /&gt;&amp;gt; release early release often. Vqv.&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; A parada &amp;eacute; a seguinte: &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; come&amp;ccedil;ou com duas ou tr&amp;ecirc;s pessoas sem&lt;br /&gt;&amp;gt; rumo passando parte de seus fins de&lt;br /&gt;&amp;gt; semana num galp&amp;atilde;o insalubre da zona&lt;br /&gt;&amp;gt; sul de S&amp;atilde;o Paulo. N&amp;atilde;o, &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; come&amp;ccedil;ou antes, como id&amp;eacute;ia dentro do&lt;br /&gt;&amp;gt; projetometafora, mas essa hist&amp;oacute;ria j&amp;aacute;&lt;br /&gt;&amp;gt; t&amp;aacute; contada pelos cantos da web. O&lt;br /&gt;&amp;gt; esquema &amp;eacute; que de repente, o esquema&lt;br /&gt;&amp;gt; foi crescendo, em parceria com uma ou&lt;br /&gt;&amp;gt; outra ONG, depois com apoios formais&lt;br /&gt;&amp;gt; ou informais de uma ou outra a&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;gt; governamental, at&amp;eacute; virar uma coisa&lt;br /&gt;&amp;gt; descentralizada que ningu&amp;eacute;m mais&lt;br /&gt;&amp;gt; sabe explicar, que funciona de maneira&lt;br /&gt;&amp;gt; aberta mas n&amp;atilde;o tem regras internas&lt;br /&gt;&amp;gt; muito claras (e talvez n&amp;atilde;o precise,&lt;br /&gt;&amp;gt; ou talvez ainda n&amp;atilde;o precise, sei l&amp;aacute;).&lt;br /&gt;A gente pode lidar com a normatividade de dois jeitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 -&amp;nbsp; Pirando em regras de jogo bem minuciosas, que prevejam todas as &lt;br /&gt;jogadas; neste jogo soma-zero, quem ganha faz o outro perder, podem-se &lt;br /&gt;at&amp;eacute; desenvolver t&amp;aacute;ticas e estrat&amp;eacute;gias (que funcionam como um segundo &lt;br /&gt;plano normativo), mas o conjunto de regras de jogo permanece o mesmo, o &lt;br /&gt;jogo se desenvolve cronologicamente segundo correla&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &lt;br /&gt;causa-conseq&amp;uuml;encia. Isso &amp;eacute; um &amp;quot;jogo real&amp;quot;, modelo dos jogos com os quais &lt;br /&gt;brincamos, do truco &amp;agrave;s bolsas de valores, para n&amp;atilde;o falar na pol&amp;iacute;tica &lt;br /&gt;institucional que segue.&amp;nbsp; &amp;Eacute; assim que para a &amp;quot;teoria da&amp;nbsp; escolha &lt;br /&gt;racional&amp;quot; (derivada da &amp;quot;teoria dos jogos&amp;quot;) se organizaria a sociedade &lt;br /&gt;como um /sistema/.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Pirando em princ&amp;iacute;pios de jogabilidade bem gerais, que sirvam para &lt;br /&gt;criar um espa&amp;ccedil;o de converg&amp;ecirc;ncia de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e construam em linhas gerais &lt;br /&gt;alguns objetos para os quais estas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es se dirigem; mas estas regras &lt;br /&gt;s&amp;atilde;o mudadas a cada lance, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre elas e as estrat&amp;eacute;gias e &lt;br /&gt;t&amp;aacute;ticas emergentes, cada a&amp;ccedil;&amp;atilde;o as reconstr&amp;oacute;i e o jogo n&amp;atilde;o &amp;eacute; o mesmo a &lt;br /&gt;cada momento nem para cada jogador. O &amp;quot;jogo ideal&amp;quot;, neste caso, &amp;eacute; o &lt;br /&gt;modelo do pensamento, na arte, na filosofia e na pol&amp;iacute;tica instituinte... &lt;br /&gt;e da transbricolagem/metareciclagem, em se tratando da lida com &lt;br /&gt;ferramentas e m&amp;aacute;quinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; para ser um jogo puramente ideal. Mas d&amp;aacute; para o &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;formular suas regras para si de modo a ciclicamente arrebent&amp;aacute;-las, &lt;br /&gt;retomando-as como princ&amp;iacute;pios a cada ciclo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Mas o esquema &amp;eacute; que &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; sempre foi mais eventual: pessoas&lt;br /&gt;&amp;gt; que p&amp;otilde;em o r&amp;oacute;tulo &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; em suas correrias.&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o acho que &amp;quot;aderir&amp;quot; &amp;agrave; &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; seja simplesmente &amp;quot;por um r&amp;oacute;tulo&amp;quot;. &lt;br /&gt;Quando identificamos atividades como metarecicleiras, elas mudam de &lt;br /&gt;sentido e passam a se comunicar com todo o processo de metareciclagem &lt;br /&gt;que se pratica e se conceitua. Parece-me que a quest&amp;atilde;o &amp;eacute; a da &lt;br /&gt;&amp;quot;colheita&amp;quot;: o conceito de &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; interpreta nossas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &lt;br /&gt;transformando-as e colocando-as em virtual comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o umas com as &lt;br /&gt;outras. O que se sugere aqui (no texto do ff) &amp;eacute; um esfor&amp;ccedil;o de &lt;br /&gt;/atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o/ desta comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; A id&amp;eacute;ia de institucionalizar, levantada&lt;br /&gt;&amp;gt; por alguns aqui, &amp;eacute; menos importante&lt;br /&gt;&amp;gt; do que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o que acredito que&lt;br /&gt;&amp;gt; exista de organizar as intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que&lt;br /&gt;&amp;gt; existem, de fazer as coisas acontecerem&lt;br /&gt;&amp;gt; de maneira que d&amp;ecirc; oportunidade de&lt;br /&gt;&amp;gt; todo mundo participar. Ent&amp;atilde;o, eu acho&lt;br /&gt;&amp;gt; que t&amp;aacute; na hora de fazer as coisas&lt;br /&gt;&amp;gt; para &amp;quot;a&amp;quot; &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; em si, n&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;gt; apenas beneficiar outros projetos&lt;br /&gt;&amp;gt; com a &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Concordo. Mas acho que o grande perigo de qualquer institucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; &lt;br /&gt;que nunca partimos do zero. A ciz&amp;acirc;nia do &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; h&amp;aacute; alguns anos &lt;br /&gt;(&lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaClubeDaLuta&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaClubeDaLuta&lt;/a&gt;, lembram?) foi resultado da enorme press&amp;atilde;o de um modelo &lt;br /&gt;de institucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre um processo intuitivo e fr&amp;aacute;gil de &lt;br /&gt;constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um modelo institucional aut&amp;ocirc;nomo. Instituicionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &lt;br /&gt;&amp;eacute; quest&amp;atilde;o de sim ou n&amp;atilde;o, mas de criticar modelos, capturar e explicitar &lt;br /&gt;as singularidades organizativas do &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; e a&amp;iacute; bolarmos dispositivos &lt;br /&gt;institucionais que nos permitam ter autonomia sem com isso termos que &lt;br /&gt;fingir que ignoramos a exist&amp;ecirc;ncia de Estado Burgu&amp;ecirc;s, Ordem Democr&amp;aacute;tica &lt;br /&gt;de Direito, Mercado Capitalista e Orgulho Invidualista.&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Da&amp;iacute; a id&amp;eacute;ia: chamar o pr&amp;oacute;ximo ano,&lt;br /&gt;&amp;gt; ou at&amp;eacute; o pr&amp;oacute;ximo semestre, de&lt;br /&gt;&amp;gt; &amp;eacute;poca fundamental numa grande&lt;br /&gt;&amp;gt; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&amp;gt; Que cada umx fa&amp;ccedil;a suas propostas,&lt;br /&gt;&amp;gt; pois que somos descentralizadxs&lt;br /&gt;&amp;gt; e abertos. Mas abaixo o que eu&lt;br /&gt;&amp;gt; pretendo fazer no pr&amp;oacute;ximo semestre,&lt;br /&gt;&amp;gt; se tudo der certo e os recursos&lt;br /&gt;&amp;gt; aparecerem:&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; * estabelecer o &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MeMeLab&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MeMeLab&lt;/a&gt;[1] em sampa,&lt;br /&gt;&amp;gt; Laborat&amp;oacute;rio de M&amp;iacute;dia da &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&amp;gt; Em ess&amp;ecirc;ncia, um espa&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico pra reunir&lt;br /&gt;&amp;gt; a galera, sem depender de nenhuma&lt;br /&gt;&amp;gt; ongue ou inst&amp;acirc;ncia governamental, que&lt;br /&gt;&amp;gt; foi o que fodeu nos primeiros esporos&lt;br /&gt;&amp;gt; de sampa.&lt;br /&gt;(1) O Estilingue se prop&amp;otilde;e como um tal laborat&amp;oacute;rio, em BH. Diante do que &lt;br /&gt;podemos pensar em uma /rede de laborat&amp;oacute;rios/.&lt;br /&gt;(2) Acho que a gente deve abandonar o conceito de meme e denominar esses &lt;br /&gt;laborat&amp;oacute;rios como &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaMidiaLabs&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaMidiaLabs&lt;/a&gt; ou coisa assim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrisco a offtopicar demais, mas acho que &amp;eacute; preciso dizer porque penso &lt;br /&gt;haverem poucos conceitos que sejam t&amp;atilde;o perniciosos como o de meme. Vou &lt;br /&gt;tentar ser sucinto, mesmo porque n&amp;atilde;o tenho palavras suficientes para &lt;br /&gt;descrever o quanto detesto esta pseudo-ci&amp;ecirc;ncia neo-cartesiana chamada de &lt;br /&gt;&amp;quot;mem&amp;eacute;tica&amp;quot;. Para os pacientes, recomendo a leitura de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://www.helsinki.fi/science/commens/papers/memetics.pdf&quot; href=&quot;http://www.helsinki.fi/science/commens/papers/memetics.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.helsinki.fi/science/commens/papers/memetics.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meme &amp;eacute; um conceito que trata a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sentidos segundo o modelito &lt;br /&gt;dos &amp;quot;genes ego&amp;iacute;stas&amp;quot;, ou seja, trata-a com resultante de elementos &lt;br /&gt;discretos de um c&amp;oacute;digo, os quais s&amp;atilde;o OU mantidos OU descartados. Pela &lt;br /&gt;mem&amp;eacute;tica, descarta-se a id&amp;eacute;ia de que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sentido &amp;eacute; um processo &lt;br /&gt;aberto de conex&amp;atilde;o entre mentes e coisas atrav&amp;eacute;s de objetos e id&amp;eacute;ias, &lt;br /&gt;COMO S&amp;Atilde;O OS SIGNOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira grave inconconsist&amp;ecirc;ncia dos mem&amp;eacute;tica &amp;eacute; que supor que existam &lt;br /&gt;unidades m&amp;iacute;nimas de sentido, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; capaz de apontar nenhuma, porque &lt;br /&gt;n&amp;atilde;o existe unidade m&amp;iacute;nima de sentido (me apontem um &amp;quot;meme&amp;quot; qualquer que &lt;br /&gt;n&amp;atilde;o seja composto por outras unidades que s&amp;atilde;o compostas por outras, e &lt;br /&gt;assim por diante!). A segunda derrapada &amp;eacute; que sup&amp;otilde;e que esta unidades &lt;br /&gt;tem total independencia do contexto e dos int&amp;eacute;rpretes (mas me mostrem um &lt;br /&gt;desses &amp;quot;memes&amp;quot; que circulem sem ser alterados e transformados pelas &lt;br /&gt;situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uso!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira, particularmente grave, &amp;eacute; que os memes s&amp;atilde;o concebidos como &lt;br /&gt;entes que circulam no mundo mental/cultural e este n&amp;atilde;o se comunica com o &lt;br /&gt;mundo f&amp;iacute;sico e fenom&amp;ecirc;nico. Memes geram memes que garam memes... mas como &lt;br /&gt;&amp;eacute; que eles entram em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Onde est&amp;aacute; a teoria da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;br /&gt;mem&amp;eacute;tica? Tudo que faz sentido, mesmo que extremamente fragment&amp;aacute;rio, &lt;br /&gt;emerge da perspectiva de organismos vivos sobre aquilo que eles precisam &lt;br /&gt;ou os amea&amp;ccedil;a. Isso pode ficar latente durante zilh&amp;otilde;es de anos, mas toda &lt;br /&gt;unidade de sentido &amp;eacute; apegada a algum uso e virtualmente sempre se &lt;br /&gt;apresenta como solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a vida concreta, pr&amp;aacute;tica. Pensar o contr&amp;aacute;rio &lt;br /&gt;disso, como a mem&amp;eacute;tica, &amp;eacute; pensar que nossa mente &amp;eacute; imaterial, destacada &lt;br /&gt;da mente divina e que esta &amp;eacute; algo completamente descolado do mundo &lt;br /&gt;f&amp;iacute;sico. Chama-se cartesianismo, e todos n&amp;oacute;s sabemos o que ele permitiu &lt;br /&gt;em termos de domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de certos organismos (chamados de &lt;br /&gt;capitalistas) sobre o resto do mundo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu n&amp;atilde;o vou nem me ater ao fato de que a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de signos pelos signos &lt;br /&gt;(inclusive n&amp;oacute;s, pessoas, somos signos) &amp;eacute; algo bem conhecido da semi&amp;oacute;tica &lt;br /&gt;h&amp;aacute; pelo menos cem anos. O que me preocupa realmente &amp;eacute; que a mem&amp;eacute;tica, ao &lt;br /&gt;pensar processos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sentidos com esse descolamento da vida e &lt;br /&gt;dos viventes, presta-se com perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s estrat&amp;eacute;gias de controle &lt;br /&gt;pol&amp;iacute;tico a que o tecnocapitalismo agora tenta nos submeter. Disfar&amp;ccedil;ado &lt;br /&gt;de &amp;quot;meme&amp;quot;, um boato malicioso al&amp;eacute;m de fazer seu estrago habitual, n&amp;atilde;o &lt;br /&gt;pode ser criticado pelo seu car&amp;aacute;ter ideol&amp;oacute;gico. Vejam, por exemplo, os &lt;br /&gt;memes que a direita anda soltando por a&amp;iacute; para afastar &amp;quot;essa ra&amp;ccedil;a&amp;quot; do &lt;br /&gt;poder (minguado) do Estado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o existem memes, existem signos: n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o reproduzidos simplesmente, &lt;br /&gt;crescem e se combinam fundindo-se em signos mais desenvolvidos, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o &lt;br /&gt;independentes do contexto nem dos int&amp;eacute;rpretes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; * fazer um processo de resid&amp;ecirc;ncias&lt;br /&gt;&amp;gt; &amp;quot;art&amp;iacute;sticas&amp;quot; (vide thread sobre &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; e arte nos arquivos[2]) durante dois meses,&lt;br /&gt;&amp;gt; chamando duas pessoas pra pirar durante&lt;br /&gt;&amp;gt; esse tempo (mar&amp;ccedil;o e abril?) no &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MeMeLab&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MeMeLab&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&amp;gt; com o suporte dxs nossxs aliadxs Glauco,&lt;br /&gt;&amp;gt; Palm e outrxs, e com semin&amp;aacute;rios quinzenais&lt;br /&gt;&amp;gt; sobre hardware, linux, PD e outras apropria&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Novamente: O Estilingue se apresenta. Querem vir para BH? Precisam do &lt;br /&gt;que? (&amp;Eacute; legal come&amp;ccedil;ar a pirar o labo Estilingue desde j&amp;aacute;, porque assim &lt;br /&gt;teremos pernas para correr atr&amp;aacute;s de recursos para realizar as coisas ano &lt;br /&gt;que vem!)&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; * preparar finalmente aquela publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre&lt;br /&gt;&amp;gt; a &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaReciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;, chamando todomundo aqui&lt;br /&gt;&amp;gt; pra mandar suas colabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Sugiro que montemos um grupo para fazer uma proposta de eixos tem&amp;aacute;ticos &lt;br /&gt;e para indicar os componentes de grupos de trabalho dedicados a cada &lt;br /&gt;tema (claro que todos poderiam mudar de tema ou palpitar uns nos &lt;br /&gt;escritos dos outros...). Depois disso, os grupos tem&amp;aacute;ticos fariam um &lt;br /&gt;plano de escrita e, &amp;agrave; medida em que fossem sendo executados, fariamos &lt;br /&gt;ciclos de discuss&amp;atilde;o uns sobre os textos dos outros, que tal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; * realizar, finalmente, o primeiro encontr&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;gt; intergal&amp;aacute;ctico de metarecicleirxs, em sampa,&lt;br /&gt;&amp;gt; no fim de abril ou come&amp;ccedil;o de maio.&lt;br /&gt;FF &amp;eacute; o gaucho mais paulistano que eu conhe&amp;ccedil;o! V&amp;oacute;s n&amp;atilde;o quereis variar de &lt;br /&gt;lugar?&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; A isso tudo, se n&amp;atilde;o houver id&amp;eacute;ia melhor, podemos&lt;br /&gt;&amp;gt; chamar de &amp;quot;Ciclo Gambiarra&amp;quot; ou algo parecido.&lt;br /&gt;&amp;gt; E os recursos pra&lt;br /&gt;&amp;gt; isso, de onde vir&amp;atilde;o? Sei l&amp;aacute;. E eu, vou trabalhar&lt;br /&gt;&amp;gt; nisso como, se nem sei se estarei contratado&lt;br /&gt;&amp;gt; depois de janeiro? Sei l&amp;aacute;.&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; A quem quiser correr atr&amp;aacute;s, a s&amp;eacute;rio, aceito&lt;br /&gt;&amp;gt; todo tipo de ajuda.&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o sei se &amp;eacute; o Tao ou a semiose universal que faz isso, mas vejam que &lt;br /&gt;esta proposta do ff vem no mesmo momento em que diversos outros grupos &lt;br /&gt;tentam fazer a &amp;quot;colheita&amp;quot; conceitual e metodol&amp;oacute;gica de seus &amp;quot;plantios&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O CMI Curitiba, BH e Goyania tem discutido seriamente o&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; desenvolvimento metodol&amp;oacute;gico para ampliar o acesso &amp;agrave;s plataformas&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; fornecidas pelo indymedia. Particularmente, o CMI Goyania prop&amp;ocirc;s&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; fazer um encontro l&amp;aacute;, no revei&amp;atilde;o, s&amp;oacute; para isso. Temas conexos&amp;nbsp; foram&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; objeto de particualr aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o nacional do cmi:&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos techs, metodologias para integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com movimentos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; sociais, metodologias para aprendizado na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;iacute;dias. Muito&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o disso, abri a lista metodaprop (vide cabe&amp;ccedil;alho deste&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; e-mail). O intermitente e neglitenciado esfor&amp;ccedil;o de auto-documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; do CMI Brasil tamb&amp;eacute;m tem esta preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a meu parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aqui em BH, o coletivo radiola tem optado por fazer a incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; de novos radialistas atrav&amp;eacute;s de oficinas. Recentemente fizemos um&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;quot;curto-circuito de oficinas&amp;quot;, que nos levou a procurar bolar&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; estrat&amp;eacute;gias e t&amp;aacute;ticas mais aperfei&amp;ccedil;oadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tamb&amp;eacute;m em BH, membros da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Imagem Comunit&amp;aacute;ria chegaram &amp;agrave;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; conclus&amp;atilde;o que, depois de quase quinze anos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; comunit&amp;aacute;rio, &amp;eacute; urgente formular princ&amp;iacute;pios conceituais e&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; metodol&amp;oacute;gicos e desenvolver um sistema de jogos de aprendizado para&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a express&amp;atilde;o de m&amp;iacute;dias. Com essa preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m outros&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; grupos como o Centro de Convergencia de Novas M&amp;iacute;dias (no Centro&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cultural da UFMG).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quanto ao Bailux, o Regis j&amp;aacute; disse tudo. E acho que os outros&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; coletivos que tem aderido &amp;agrave; &lt;a href=&quot;../../../../freelinking/MetaRec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaRec&lt;/a&gt; n&amp;atilde;o deixam de querer dar um grau&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; na sistematicidade das pr&amp;aacute;ticas, se n&amp;atilde;o me engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tenho conversado sobre essas coisas tamb&amp;eacute;m com a Fabi Balvedi, j&amp;aacute;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; que o Est&amp;uacute;dio Livre al&amp;eacute;m de ter esstas propostas impl&amp;iacute;citas, seria&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; uma plataforma j&amp;aacute; existente para publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de experi&amp;ecirc;ncias de&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aprendizado de m&amp;iacute;dias. Tamb&amp;eacute;m andei falando com o Leo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Germani sobre essas coisas, ainda mais que ningu&amp;eacute;m sabe o que vai&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; virar o Cultura Digital depois dessas elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es (para evitar o perigo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; do conhecimento se dispersar com a eventual dispers&amp;atilde;o, em termos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; institucionais, das pessoas do CDig).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, a proposta &amp;eacute;: VAMOS CONVERGIR?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando na seguinte plataforma (preliminarmente chamada de R19, &lt;br /&gt;rede 19, em alus&amp;atilde;o ao direito da declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o universal relativo &amp;agrave; &lt;br /&gt;liberdade de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas n&amp;atilde;o h&amp;aacute; porque ter qualquer apego &amp;agrave; esse &lt;br /&gt;antropocentrismo...):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 1 - Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e redes as mais diversas, de coletivos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; dedicados ao desenvolvimento de metodologias para apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; p&amp;uacute;blica de m&amp;iacute;dias. Cada n&amp;oacute;dulo desses teria uma programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria,&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; mas acess&amp;iacute;vel &amp;agrave; discuss&amp;atilde;o pelos outros n&amp;oacute;dulos, como num sistema de&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 2 -&amp;nbsp; Criar um reposit&amp;oacute;rio unificado de relatos e registros de&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; experi&amp;ecirc;ncia, how-to&#039;s, jogos de inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o medi&amp;aacute;tica, artigos de&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; reflex&amp;otilde;es te&amp;oacute;rico-metodol&amp;oacute;gicas, cr&amp;iacute;ticos e meta-cr&amp;iacute;ticos. (O EL j&amp;aacute;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; poderia ser usado dessa maneira, faltando apenas um adensamento das&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; conex&amp;otilde;es em termos de cr&amp;iacute;ticas e encadeamento das propostas pr&amp;aacute;ticas&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; em sisteamas de aprendizado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 3 - Criar uma interface geral para esse reposit&amp;oacute;rio e interfaces&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; particulares, ajustadas aos focos espec&amp;iacute;ficos das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; redes de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o associadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 4 - Definir linhas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blico-pol&amp;iacute;tica, institucional e&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; n&amp;atilde;o-institucional para que estes conhecimentos sejam tanto&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; incorporados &amp;agrave;s pr&amp;aacute;ticas cotidianas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto se tornem&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas de cultura, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tecnologia. Ou seja, nosso&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; esfor&amp;ccedil;o virar moda e virar lobby :-P .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(O link da R19 &amp;eacute; &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://r19.sarava.org&quot; href=&quot;http://r19.sarava.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://r19.sarava.org&lt;/a&gt; . N&amp;atilde;o tem quase nada l&amp;aacute;, quem &lt;br /&gt;quiser logar e mexer , me d&amp;ecirc; um toque.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abra&amp;ccedil;os e beliscadas, Stalker!&lt;br /&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; [1] &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://memelab.metareciclagem.org&quot; href=&quot;http://memelab.metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://memelab.metareciclagem.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; [2] &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://arquivos.metareciclagem.org&quot; href=&quot;http://arquivos.metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://arquivos.metareciclagem.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; [3] &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; title=&quot;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&quot; href=&quot;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://oxossi.metareciclagem.org/moin/Gambiarra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;field field-type-text field-field-autorx&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Autor (a):&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item&quot;&gt;Stalker&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://mutgamb.org/livro/Regras-de-Jogo#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:48:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Operação Pirata</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Opera%C3%A7%C3%A3o-Pirata</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&quot; title=&quot;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://comunix.org/content/opera%C3%A7%C3%A3o-pirata&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h1 class=&quot;title&quot;&gt;Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pirata&lt;/h1&gt; &lt;p&gt;&lt;span class=&quot;submitted&quot;&gt;Enviado por hernani dimantas | 05/10/2006 |&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um projeto colaborativo se faz com esfor&amp;ccedil;o coletivo. Uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria. N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel estabelecer v&amp;iacute;nculos entre essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o ca&amp;oacute;tica com os m&amp;eacute;todos de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tradicional. Toda vez que tentamos administrar ca&amp;iacute;mos na armadilha do velho mundo: Uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o neg&amp;oacute;cio, e n&amp;atilde;o para projetos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma sociedade pirata, ent&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o era uma sociedade igual &amp;agrave;s outras:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ideais inclu&amp;iacute;am proximidade com rotas marinhas conhecidas, nativos (e nativas) amistosos, isolamento e grande dist&amp;acirc;ncia de toda autoridade e realidade de pot&amp;ecirc;ncia europ&amp;eacute;ia, um agrad&amp;aacute;vel clima tropical e talvez um posto comercial ou taverna onde pudessem gastar o butim. Estavam preparados para aceitar lideran&amp;ccedil;a tempor&amp;aacute;ria em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de combate, mas em terra preferiam a liberdade absoluta mesmo se ao pre&amp;ccedil;o da viol&amp;ecirc;ncia. Na busca pelo butim, estavam dispostos a viver ou morrer pela democracia radical como princ&amp;iacute;pio organizador. Mas no desfrute do butim, insistiam na anarquia. [WILSON, 2001:173]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desta forma, penso num navio como uma c&amp;eacute;lula motivada para alcan&amp;ccedil;ar um objetivo. No caso, pirata era a pilhagem de outros navios. Homens se reuniam para esse fim. Carregavam comida e estrat&amp;eacute;gias (muitas bandeiras diferentes para ludibriar os oponentes) para o mar. Mas o mais importante era a capacidade de tomada de decis&amp;atilde;o aut&amp;ocirc;noma e a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O navio pirata era independente. Contava apenas com suas pr&amp;oacute;prias armas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estamos come&amp;ccedil;ando a viver numa sociedade em rede. O terror, os partidos pol&amp;iacute;ticos e a pirataria sempre se valeram melhor da rede do que a sociedade concebida sob a &amp;eacute;gide da cultura de massa. E estamos come&amp;ccedil;ando a perceber que para viver em rede temos que perceber seus meandros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Projetos independentes e colaborativos como o MetaReciclagem s&amp;oacute; podem se desenvolver se pensarmos de forma pirata. C&amp;eacute;lulas orientadas a projetos. Autonomia de gest&amp;atilde;o. Muita informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fluindo entre as partes e, principalmente, a convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que cada c&amp;eacute;lula representa o todo. E assim termos a certeza da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um projeto comum e rizom&amp;aacute;tico. Cada membro do grupo necessita contribuir como base para os outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Richard Barbrook diz que no fim do s&amp;eacute;culo 20 o anarcocomunismo n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mais confinado entre em os intelectuais de vanguarda. O que antes f&amp;ocirc;ra revolucion&amp;aacute;rio agora &amp;eacute; banal. Ele diz que:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;ldquo;as pessoas participam dessa hi-tech gift economy, ou seja, uma economia na qual os bens est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis t&amp;atilde;o abundantemente que fluem livremente. Uma economia que, de certa forma, rege a pr&amp;aacute;tica do conhecimento livre. Para muitas pessoas a &amp;lsquo;gift economy&amp;rsquo; &amp;eacute; simplesmente o melhor m&amp;eacute;todo de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o no espa&amp;ccedil;o cibern&amp;eacute;tico. Nessa economia mista da Rede, o anarcocomunismo se tornou uma realidade do cotidiano.&amp;rdquo; [BARBROOK,1998]&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a palavra do s&amp;eacute;culo XXI. Linus Torvalds causou um alvoro&amp;ccedil;o enorme ao liberar o c&amp;oacute;digo numa lista de debates. &amp;lsquo;Release early and release often&amp;rsquo; (libere cedo e libere sempre) passou a redesenhar um modelo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o como capital social. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o para fazer qualquer coisa que o desejo provoque. Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sobreviv&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A entrada da internet como ferramenta de catalisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de redes modifica as estruturas burguesas e, por incr&amp;iacute;vel que possa parecer, essa ferramenta fez um estrago nas idiossincrasias dos poderosos. A internet &amp;eacute; maqu&amp;iacute;nica, pois recria no &amp;acirc;mago da sociedade um poder n&amp;ocirc;made que se recria a cada instante, catalisado pelos n&amp;oacute;s das redes. &amp;Eacute; uma reviravolta nos dogmas ocidentais.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:26:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Metaespelho</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Metaespelho</link>
 <description>&lt;p&gt;Uma auto-entrevista&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;field field-type-link field-field-permalink&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-item&quot;&gt;&lt;div class=&quot;field-label-inline-first&quot;&gt;permalink:&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;a href=&quot;http://efeefe.no-ip.org/blog/metaespelho&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://efeefe.no-ip.org/blog/metaespelho&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Respondi a um mala agora h&amp;aacute; pouco:&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;Felipe Fonseca &amp;eacute; um dos fundadores da rede MetaReciclagem, que prop&amp;otilde;e&lt;br /&gt; a apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica de tecnologias de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a&lt;br /&gt; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. Foi entrevistado em frente a um espelho.&lt;br /&gt; Como funciona?&lt;br /&gt; A MetaReciclagem &amp;eacute; uma rede aberta, que conta com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt; volunt&amp;aacute;ria de pessoas em diferentes regi&amp;otilde;es do Brasil desenvolvendo&lt;br /&gt; diferentes projetos de apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologia. Em&lt;br /&gt; geral s&amp;atilde;o iniciativas auto-gestionadas, que v&amp;atilde;o desde a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&lt;br /&gt; espa&amp;ccedil;os para o recebimento de doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de eletr&amp;ocirc;nicos usados at&amp;eacute; a&lt;br /&gt; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventos, oficinas, instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br /&gt; de MetaReciclagem articulam-se em rede, n&amp;atilde;o tendo um organismo cental&lt;br /&gt; de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Muitas vezes t&amp;ecirc;m o alcance limitado a poucas pessoas.&lt;br /&gt; Por outro lado, a MetaReciclagem (e toda a experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada&lt;br /&gt; nessa rede) influenciou o desenvolvimento de grandes programas de&lt;br /&gt; inclus&amp;atilde;o digital, no governo federal, no estado de S&amp;atilde;o Paulo e em&lt;br /&gt; algumas administra&amp;ccedil;&amp;otilde;es municipais. A lista de discuss&amp;atilde;o que concentra&lt;br /&gt; a maior parte da articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da MetaReciclagem conta hoje com mais de&lt;br /&gt; 350 pessoas, e calcula-se que alguns milhares j&amp;aacute; passaram pelos&lt;br /&gt; diferentes cursos, oficinas e eventos desenvolvidos com essa&lt;br /&gt; perspectiva. Com o tempo aprendemos que na verdade os projetos de&lt;br /&gt; MetaReciclagem n&amp;atilde;o tratam de reciclagem de equipamentos, e sim&lt;br /&gt; remanufatura, re-significa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou reinven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt; alternativa &amp;eacute; que se trata de reciclagem &amp;quot;de pessoas&amp;quot;, mas essa &amp;eacute; uma&lt;br /&gt; interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais rom&amp;acirc;ntica.&lt;br /&gt; O que acontece com os computadores ou res&amp;iacute;duos eletroeletr&amp;ocirc;nicos?&lt;br /&gt; As diferentes a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de MetaReciclagem prop&amp;otilde;em diversos usos poss&amp;iacute;veis&lt;br /&gt; para as tecnologias, desde os mais estruturais &amp;ndash; utilizar pe&amp;ccedil;as de&lt;br /&gt; computadores usados para criar espa&amp;ccedil;os de acesso &amp;agrave; internet &amp;ndash; at&amp;eacute;&lt;br /&gt; aqueles com fins educativos ou experimentais. Algumas dessas&lt;br /&gt; iniciativas prop&amp;otilde;em um deslocamento do uso da tecnologia &amp;ndash; propor&lt;br /&gt; desvios, usos n&amp;atilde;o previstos pelo fabricante, explorar novas&lt;br /&gt; possibilidades. O mais importante nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de MetaReciclagem n&amp;atilde;o &amp;eacute; a&lt;br /&gt; escala quantitativa, mas as possibilidades que o desconstruir da&lt;br /&gt; tecnologia traz em processos criativos, educacionais e de mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; Estamos tratando em um n&amp;iacute;vel que de certa forma &amp;eacute; bastante abstrato,&lt;br /&gt; mas bastante f&amp;aacute;cil de apreender justamente por se tratarem de objetos&lt;br /&gt; f&amp;iacute;sicos. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos res&amp;iacute;duos depois dessas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o&lt;br /&gt; existe nenhuma determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto a isso. Um dos planos futuros &amp;eacute;&lt;br /&gt; construir uma estrutura online para gerenciar as doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e invent&amp;aacute;rios&lt;br /&gt; dos diferentes esporos de MetaRecicagem, com indexa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica e&lt;br /&gt; acompanhamento de doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que facilitaria a agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esfor&amp;ccedil;os&lt;br /&gt; para encaminhar os res&amp;iacute;duos.&lt;br /&gt; Sobre a quest&amp;atilde;o ambiental&lt;br /&gt; Existem v&amp;aacute;rias considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es a se fazer em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s diferentes&lt;br /&gt; vari&amp;aacute;veis ligadas &amp;agrave; quest&amp;atilde;o do e-waste. Eu n&amp;atilde;o acho que exista uma&lt;br /&gt; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o absoluta, mas sim a necessidade de busca de equil&amp;iacute;brio. Desde&lt;br /&gt; que come&amp;ccedil;amos a MetaReciclagem, nos posicionamos a favor de uma s&amp;eacute;rie&lt;br /&gt; de princ&amp;iacute;pios &amp;ndash; a apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologias, o uso de software livre,&lt;br /&gt; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes para o agenciamento de redes distribu&amp;iacute;das de&lt;br /&gt; inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a busca de alternativas econ&amp;ocirc;micas baseadas na livre&lt;br /&gt; circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento com base em&lt;br /&gt; licenciamento livre. Em paralelo a isso, tamb&amp;eacute;m adotamos desde sempre&lt;br /&gt; uma postura cr&amp;iacute;tica em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; obsolesc&amp;ecirc;ncia programada, &amp;agrave;&lt;br /&gt; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ferramentas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em mero fetiche&lt;br /&gt; tecnol&amp;oacute;gico e ao desperd&amp;iacute;cio de recursos computacionais. Mas se &amp;eacute;&lt;br /&gt; desperd&amp;iacute;cio jogar tecnologia funcional ou semifuncional no lixo, por&lt;br /&gt; outro lado quanto mais antigo o equipamento, menor sua efici&amp;ecirc;ncia no&lt;br /&gt; aproveitamento de energia. Em outras palavras: computadores mais&lt;br /&gt; antigos tendem a gastar mais energia, e isso tamb&amp;eacute;m deve ser levado em&lt;br /&gt; conta se estamos pensando na quest&amp;atilde;o ambiental como um todo.&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:19:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>A rede MetaReciclagem</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/rede-MetaReciclagem</link>
 <description>&lt;h2&gt;MetaReciclagem - N&amp;atilde;o rede, mas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399&quot; title=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; 22 junho 2004&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No s&amp;aacute;bado rolou um papo longo sobre o &lt;a href=&quot;http://metareciclagem.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;. Mais de uma d&amp;uacute;zia de pessoas presentes. Come&amp;ccedil;amos falando sobre cada uma das coisas que est&amp;aacute; rolando, mas n&amp;atilde;o deu tempo. &amp;Eacute; coisa demais. No fim, acabamos cortando direto para um papo importante: o que caracteriza o MetaReciclagem coletivamente. Eu tinha ficado alguns dias pensando sobre uma reuni&amp;atilde;o que rolou na Zona Leste, quando o Marcelo do CMI comentou algo como &amp;ldquo;agora que temos algu&amp;eacute;m aqui que pode responder em nome do metareciclagem&amp;rdquo;. O Mota respondeu que tudo era consultado, etc, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; isso. Fiquei pensando duas coisas: por que eu poderia responder em nome do grupo e o Fernando n&amp;atilde;o; e por que o grupo precisa ter uma resposta. Acabei tocando nesse ponto na reuni&amp;atilde;o de s&amp;aacute;bado. Vou at&amp;eacute; repetir alguns dos argumentos. N&amp;atilde;o acho que o MetaReciclagem necessite ter uma resposta. A gente tem que perder os v&amp;iacute;cios do s&amp;eacute;culo XX, principalmente em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; corporifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos nomes. N&amp;atilde;o temos uma marca que precise de um brand manager definindo estrat&amp;eacute;gias de domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercado. N&amp;atilde;o precisamos definir uma personalidade coletiva, uma identidade de marca, tratar o MetaReciclagem como superindiv&amp;iacute;duo, independente de cada um de n&amp;oacute;s. N&amp;atilde;o precisamos ser coerentes! Isso &amp;eacute; pensar em termos de marcas, isso &amp;eacute; cair na armadilha de ser contra a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que n&amp;atilde;o caracteriza necessariamente inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; Vejo MetaReciclagem como uma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o emergente: pessoas interessadas em trabalhar &lt;em&gt;tecnologia para transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;conhecimento livre&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;otimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;oo de recursos tecnol&amp;oacute;gicos falaciosamente tidos como obsoletos&lt;/em&gt;, podem chamar cada uma de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nesse sentido de metareciclagem. A&amp;iacute; n&amp;atilde;o falamos &amp;ldquo;do&amp;rdquo; metareciclagem, como grupo, mas, como o &lt;a href=&quot;http://marketinghacker.com.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;hernani&lt;/a&gt; j&amp;aacute; usava e o &lt;a href=&quot;http://entrementes.net/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;p&amp;aacute;dua&lt;/a&gt; est&amp;aacute; usando, &amp;ldquo;a&amp;rdquo; metareciclagem, conceito mutante e emergente. Met&amp;aacute;fora interessante &amp;eacute; a bandeira pirata. Usamos para algumas coisas, para outras n&amp;atilde;o. Como disse o &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dalton&lt;/a&gt; a uma menina em Porto Alegre: se encontrares algu&amp;eacute;m que responda oficialmente pelo grupo MetaReciclagem, manda prender que &amp;eacute; mentira.&lt;br /&gt; Isso &amp;eacute; uma maneira diferente de ver as coisas. Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pirata, como est&amp;aacute; defendendo o hd. Vamos evoluir o conceito. Ali&amp;aacute;s, ambos. MetaReciclagem e Pirataria.&lt;/p&gt; &lt;!--&lt;rdf:RDF xmlns:rdf=&quot;http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#&quot; 
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&lt;/rdf:RDF&gt;--&gt; &lt;div id=&quot;comments&quot;&gt;&lt;h2&gt;Comments&lt;a title=&quot;leave a comment&quot; href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#postComment&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&amp;raquo;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt; &lt;dl&gt;&lt;dt&gt; &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#89&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;1.&lt;/a&gt;     &lt;a rel=&quot;external nofollow&quot; href=&quot;http://www.dpadua.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dpadua&lt;/a&gt; - 23/6/2004 &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;     &lt;p&gt;s&amp;oacute; uma corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;hellip; eu sempre disse que metareciclagem &amp;eacute; um conceito.&lt;/p&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dt&gt; &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#91&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;2.&lt;/a&gt;     &lt;a rel=&quot;external nofollow&quot; href=&quot;http://felipe.hipercortex.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ff&lt;/a&gt; - 23/6/2004 &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;     &lt;p&gt;eu sei que sim, mas to falando de chamar de &amp;ldquo;a&amp;rdquo; metareciclagem, nao &amp;ldquo;o&amp;rdquo; metareciclagem, tah ligado? isso muda muito.&lt;/p&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dt&gt; &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#92&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;3.&lt;/a&gt;     &lt;a rel=&quot;external nofollow&quot; href=&quot;http://www.dpadua.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dpadua&lt;/a&gt; - 23/6/2004 &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;     &lt;p&gt;podicr&amp;ecirc; &lt;img class=&quot;wp-smiley&quot; alt=&quot;:)&quot; src=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif&quot; /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dt&gt; &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#93&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;4.&lt;/a&gt;     &lt;a rel=&quot;external nofollow&quot; href=&quot;http://memelab.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;xpop&lt;/a&gt; - 23/6/2004 &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;     &lt;p&gt;eu ainda acho que ainda pode-se criar o seguinte impasse. Todos &amp;ldquo;respondem&amp;rdquo; pelo grupo. Ok. Mas meu receio fica em um dado momento que algo sair errado envolvendo o nome do coletivo. Algu&amp;eacute;m vai responder (tanto melhor) e reavaliar o papel do coletivo, ou ningu&amp;eacute;m responder&amp;aacute; (dizendo que n&amp;atilde;o &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelo grupo) o que pode comprometer qualquer a&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura (o karma do mR). Mas aprendo e venho aprendendo com vcs outras maneira de me relacionar em grupo, podemos criar uma nova maneira de gerir os desencontros.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;e tenho dito.&lt;/p&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;dt&gt; &lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=399#94&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;5.&lt;/a&gt; ff - 23/6/2004 &lt;/dt&gt;&lt;dd&gt;     &lt;p&gt;&amp;oacute;ia que t&amp;aacute; bem frequentado esse blogue. xopps, minha posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal a respeito &amp;eacute; essa: no dia que algu&amp;eacute;m responder oficialmente pelo metareciclagem e isso levar a alguma merda, ok. acaba o metareciclagem e ainda meto um processo no imbecil que assumiu essa.&lt;/p&gt;   &lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;Mais sobre metanomenclaturas&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=499&quot; title=&quot;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=499&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://blogs.metareciclagem.org/fff/?p=499&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Respondendo a uma resposta do fernando para um amigo dele.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; Como o povo define, um bando de gente em uma lista de discuss&amp;atilde;o&amp;hellip;&lt;br /&gt; &amp;gt; Isso pra mim &amp;eacute; nebuloso desde que entrei pro grupo, esse que n&amp;atilde;o&lt;br /&gt; &amp;gt; existe&amp;hellip; por&amp;eacute;m fazemos v&amp;aacute;rios trampos juntos, como se fossemos um&lt;br /&gt; &amp;gt; grupo, tomamos algumas decis&amp;otilde;es em conjunto,&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Disse bem. Algumas.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; consultamos o grupo&lt;br /&gt; &amp;gt; para tirar algumas d&amp;uacute;vidas, apesar do grupo n&amp;atilde;o existir ele existe,&lt;br /&gt; &amp;gt; est&amp;aacute; claro isso pra voc&amp;ecirc; ?&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Existe um grupo de pessoas. Mas metareciclagem n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; esse grupo&lt;br /&gt; de pessoas. E por qu&amp;ecirc;? Basicamente porque n&amp;atilde;o somos uma entidade,&lt;br /&gt; ou empresa, ou simplesmente uma lista de discuss&amp;atilde;o. Porque as pessoas&lt;br /&gt; envolvidas com a metareciclagem n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m, todas, o mesmo grau de&lt;br /&gt; envolvimento, e isso &amp;eacute; umas das coisas que, pra mim, mant&amp;eacute;m a&lt;br /&gt; correria interessante. Tem nego entrando de cabe&amp;ccedil;a e dedicando a&lt;br /&gt; vida, tem nego mandando uma mensagem por m&amp;ecirc;s. Se colocamos&lt;br /&gt; todos no mesmo saco, &amp;ldquo;o grupo metareciclagem&amp;rdquo;, e tentamos nos&lt;br /&gt; obrigar a tomar decis&amp;otilde;es coletivas, v&amp;atilde;o rolar distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Se tentamos&lt;br /&gt; excluir quem n&amp;atilde;o t&amp;aacute; na correria di&amp;aacute;ria, perdemos muito da ess&amp;ecirc;ncia&lt;br /&gt; e das novas id&amp;eacute;ias que circulam entre essa galera. Por isso metareciclagem&lt;br /&gt; &amp;eacute; uma metodologia descentralizada. Estou certo que tem espa&amp;ccedil;o pra pensar&lt;br /&gt; tanto na metareciclagem como um nome pra a&amp;ccedil;&amp;otilde;es quanto no metareciclagem&lt;br /&gt; como um grupelho organizado. Entretanto, isso pode dar problemas fora.&lt;br /&gt; A partir do momento que a metareciclagem passa a interessar &amp;agrave; folha&lt;br /&gt; de s&amp;atilde;o paulo e que a martinha fala sobre &amp;ldquo;a ong metareciclagem&amp;rdquo; em&lt;br /&gt; uma palestra na semana de inclus&amp;atilde;o digital, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que a gente&lt;br /&gt; defina pelo menos o que a gente n&amp;atilde;o &amp;eacute;. N&amp;atilde;o somos s&amp;oacute; uma id&amp;eacute;ia circulando&lt;br /&gt; em uma lista de discuss&amp;atilde;o e weblogs e wikis, &amp;eacute; claro. Mas tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o&lt;br /&gt; somos s&amp;oacute; um grupo de pessoas instalando GNU. Tem mais, conceitualmente,&lt;br /&gt; e tem mais na pr&amp;aacute;tica. Estamos propondo, e estamos fazendo, coisas&lt;br /&gt; totalmente novas por aqui. E justamente por isso n&amp;atilde;o podemos nos&lt;br /&gt; apegar &amp;agrave; maneira antiga de fazer as coisas: um grupo de pessoas&lt;br /&gt; trabalhando juntas, p&amp;otilde;e um nome e passa a faturar tudo nesse nome.&lt;br /&gt; At&amp;eacute; porque, sem querer ser repetitivo, a metareciclagem n&amp;atilde;o se limita&lt;br /&gt; &amp;agrave;s pessoas que est&amp;atilde;o envolvidas na correria do dia a dia. Pensar&lt;br /&gt; grande pra andar bastante&amp;hellip;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; Esse conceito do grupo que n&amp;atilde;o &amp;eacute; grupo, mas um flash-mob cont&amp;iacute;nuo&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;esquece flashmob. viagem essa tua id&amp;eacute;ia fixa.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; &amp;eacute; super complicado de entender principalmente quando o interessado&lt;br /&gt; &amp;gt; procura por um grupo de pessoas com um trabalho em comum, meu caso,&lt;br /&gt; &amp;gt; ou institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou ONGs que procuram parcerias com o grupo&amp;hellip; o que &amp;eacute;&lt;br /&gt; &amp;gt; imposs&amp;iacute;vel j&amp;aacute; que o grupo n&amp;atilde;o existe.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Pensa por outro lado. Um monte de gente entrou na lista@metarec n&amp;atilde;o&lt;br /&gt; pra necessariamente trampar com GNU, mas pra pensar e debater novas&lt;br /&gt; formas de transformar a tecnologia para mudar a vida das pessoas.&lt;br /&gt; Se metareciclagem se limitar a santo amaro, agente cidad&amp;atilde;o, santo&lt;br /&gt; andr&amp;eacute;, olido, caju4, o que sobra pra essas pessoas? N&amp;atilde;o falar nada&lt;br /&gt; nunca, porque n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o envolvidos com os trampos?&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; Superei essa dificuldade de&lt;br /&gt; &amp;gt; entender o &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt; enxergando o &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt; como um &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt;, mesmo contra a&lt;br /&gt; &amp;gt; vontade do &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt;, s&amp;oacute; tomo o cuidado de n&amp;atilde;o chamar o &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt; de&lt;br /&gt; &amp;gt; metareciclagem na frente do &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt;, ou o &lt;em&gt;grupo&lt;/em&gt; que n&amp;atilde;o existe pode se&lt;br /&gt; &amp;gt; zangar&amp;hellip; deu pra entender ?&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;=P&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; Na pr&amp;aacute;tica o grupo existe mas seu nome n&amp;atilde;o&lt;br /&gt; &amp;gt; pode ser pronunciado &amp;ldquo;formalmente&amp;rdquo;, mas sim apenas para fins did&amp;aacute;ticos e&lt;br /&gt; &amp;gt; n&amp;atilde;o comerciais&amp;hellip;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica o nome metareciclagem &amp;eacute; uma bandeira pirata, usamos quando&lt;br /&gt; necess&amp;aacute;rio pra subverter preconceitos mentais de pessoas que ainda pensam&lt;br /&gt; como no s&amp;eacute;culo XX - a marca Kolynos &amp;eacute; dentes brancos, a marca Omo &amp;eacute;&lt;br /&gt; roupas brancas, a marca Medellin &amp;eacute; outras coisas brancas. N&amp;atilde;o podemos&lt;br /&gt; acreditar no poder da marca. N&amp;atilde;o podemos levar &amp;ldquo;o metareciclagem&amp;rdquo;&lt;br /&gt; a s&amp;eacute;rio, porque nada pode ser levado a s&amp;eacute;rio.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Essa correria toda que a gente faz &amp;eacute; s&amp;oacute; o come&amp;ccedil;o de uma pusta &amp;eacute;poca&lt;br /&gt; de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Anota a&amp;iacute;: daqui a sete anos a gente vai olhar pra tr&amp;aacute;s e&lt;br /&gt; rir. Ou chorar. N&amp;atilde;o podemos acreditar que o que j&amp;aacute; fizemos at&amp;eacute; agora&lt;br /&gt; &amp;eacute; a grande revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Essa ainda nem come&amp;ccedil;ou.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; Quando falo do grupo para pessoas de fora, chamo de&lt;br /&gt; &amp;gt; &amp;ldquo;metareciclagem&amp;rdquo;,&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Perfeito. Estrat&amp;eacute;gia pirata.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; quando saio de casa para encontrar o grupo digo a&lt;br /&gt; &amp;gt; minha m&amp;atilde;e que fui encontrar o &amp;ldquo;metareciclagem&amp;rdquo; pois se disser que fui ao&lt;br /&gt; &amp;gt; encontro do grupo que n&amp;atilde;o existe ela pode achar que estou com febre.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Melhor ainda.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;gt; N&amp;atilde;o leve muito a s&amp;eacute;rio essa hist&amp;oacute;ria do grupo que n&amp;atilde;o existe, o grupo&lt;br /&gt; &amp;gt; existe mesmo sem existir, &amp;eacute; inevit&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Sim. Existe e depois inexiste. E existe como conceito com todo mundo&lt;br /&gt; que quer conversar sobre tecnologia social. E existe como identidade&lt;br /&gt; de um grupo de pessoas que est&amp;aacute; trabalhando em menos de meia d&amp;uacute;zia&lt;br /&gt; de projetos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;gt; Apesar do grupo n&amp;atilde;o existir ele produz uma s&amp;eacute;rie de coisas&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&amp;ldquo;O grupo&amp;rdquo; n&amp;atilde;o produz nada. As pessoas, sim. E chamam isso de metareciclagem&lt;br /&gt; porque lhes conv&amp;eacute;m. Qualquer abstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior que isso &amp;eacute; v&amp;iacute;cio no s&amp;eacute;culo XX.&lt;br /&gt; Na minha opini&amp;atilde;o. E n&amp;atilde;o existe maior prova disso do que o fato de que qualquer&lt;br /&gt; um pode discordar de mim e usar o nome de outra forma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;gt; As v&amp;aacute;rias pessoas que comp&amp;otilde;em o grupo produzem em suas &amp;aacute;reas de maior&lt;br /&gt; &amp;gt; interesse, eu por exemplo gosto de escrever tutoriais em txt,&lt;br /&gt; &amp;gt; relacionados a distribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es linux, gosto de experimentar desktops leves&lt;br /&gt; &amp;gt; (como o FVWM), escrevo material did&amp;aacute;tico para alguns cursos etc.&lt;br /&gt; &amp;gt; E &amp;eacute; desse jeito que a coisa caminha, analisando as necessidades do&lt;br /&gt; &amp;gt; conceito metareciclagem e desenvolvendo solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que outros&lt;br /&gt; &amp;gt; grupos/ONGs/pessoas apliquem essas t&amp;eacute;cnicas.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;E justamente por isso metareciclagem n&amp;atilde;o se limita aos quatro-seis labs&lt;br /&gt; nos quais o dalton, o fernando, o mota, o thiago, o hernani e o felipe&lt;br /&gt; est&amp;atilde;o envolvidos.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:12:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>Inversão da Resistência?</title>
 <link>http://mutgamb.org/livro/Invers%C3%A3o-da-Resist%C3%AAncia</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://pub.descentro.org/inversao_da_resistencia&quot; title=&quot;http://pub.descentro.org/inversao_da_resistencia&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://pub.descentro.org/inversao_da_resistencia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Enviado por &lt;a title=&quot;Ver o perfil do usu&amp;aacute;rio.&quot; href=&quot;http://pub.descentro.org/pessoa/felipefonseca&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;felipefonseca&lt;/a&gt; em Sex, 23/02/2007 - 01:31.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;INVERS&amp;Atilde;O DA RESIST&amp;Ecirc;NCIA?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Antonio Albuquerque) &lt;/strong&gt;Os Estados Unidos aparecem no cen&amp;aacute;rio mundial a partir da segunda revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial e do processo de matura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo do capitalismo. Para os Estados unidos &amp;eacute; canalizado todo o fluxo de capital do mundo. Esse processo de capitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dinheiro dos Estados Unidos no s&amp;eacute;culo XX se faz tamb&amp;eacute;m com a &lt;em&gt;grande apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conhecimento &lt;/em&gt;todo, se faz tamb&amp;eacute;m com a propriedade intelectual, com a lei de patentes, com a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das grandes empresas multinacionais, com seus ramos pela sociedade global em outros pa&amp;iacute;ses, capitalizando para os Estados Unidos conhecimento e riqueza e dinheiro e bens de capital. O conhecimento das partes &amp;eacute; colocado na sociedade. O que n&amp;oacute;s estamos querendo colocar &amp;eacute;: &lt;em&gt;qual &amp;eacute; a resist&amp;ecirc;ncia do Brasil&lt;/em&gt;? Na verdade as grandes empresas &amp;eacute; que v&amp;atilde;o ter que resistir ao processo de restabelecimento de um processo social de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva de conhecimento, que j&amp;aacute; existia antes da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do capitalismo. Esta &amp;eacute; a quest&amp;atilde;o, &lt;em&gt;a resist&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; deles e n&amp;atilde;o nossa&lt;/em&gt;, o que n&amp;oacute;s estamos fazendo na verdade &amp;eacute; caminhar no processo do capital, &amp;eacute; o processo mais f&amp;aacute;cil, &amp;eacute; o processo de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; resgatar esse processo, que &amp;eacute; o processo natural. Eles que v&amp;atilde;o ter que resistir para manter esse processo, que &amp;eacute; anti&amp;eacute;tico, que faz com que a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja cada vez mais pobre, tr&amp;ecirc;s quintos da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial hoje j&amp;aacute; vive na faixa de mis&amp;eacute;ria, o globo terrestre n&amp;atilde;o suporta esse modelo, est&amp;aacute; destruindo as &amp;aacute;guas, destruindo as florestas, destruindo o ar. &amp;Eacute; um modelo insustent&amp;aacute;vel! E o que est&amp;aacute; acontecendo? Com o software livre e com o processo que vai al&amp;eacute;m do software livre, essa tomada de consci&amp;ecirc;ncia resgata uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e coletiva do conhecimento que est&amp;aacute; espalhado por todas as partes, por todos os p&amp;oacute;los do mundo. &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(FF)&lt;/strong&gt; Os que existe de revolucion&amp;aacute;rio no software livre acontece de maneira descentralizada. Quer dizer, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o pessoas que t&amp;ecirc;m o objetivo de fazer o melhor browser do mundo, o melhor software do mundo, s&amp;atilde;o pessoas resolvendo seus &lt;em&gt;problemas locais&lt;/em&gt;, o pr&amp;oacute;prio objetivo da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do software livre &amp;eacute; um bando de pessoas que quer resolver pequenos problemas e isso de uma maneira emergente acaba criando um contexto que &amp;eacute; revolucion&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; uma outra maneira, uma maneira emergente de enfrentar as coisas que v&amp;aacute;rias pessoas t&amp;ecirc;m em comum. &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Chico) &lt;/strong&gt;O Paj&amp;eacute; antes tava insistindo em um lance que &amp;quot;tem uma id&amp;eacute;ia por tr&amp;aacute;s&amp;quot;, o &amp;quot;o que est&amp;aacute; por tr&amp;aacute;s&amp;quot;? &lt;span style=&quot;&quot;&gt;Eu &lt;/span&gt;quero discordar de tudo o que o Paj&amp;eacute; falou, porque eEle est&amp;aacute; obcecado no que est&amp;aacute; &lt;em&gt;por tr&amp;aacute;s&lt;/em&gt; das coisas. Eu acho que a gente vive justamente um momento que &lt;em&gt;as id&amp;eacute;ias n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o dando conta das coisas que est&amp;atilde;o acontecendo&lt;/em&gt;. Outro dia eu estava conversando com o Rhatto, e ele estava falando que na faculdade de meteorologia tem um cluster com sessenta processadores e que n&amp;atilde;o existe ningu&amp;eacute;m que consegue programar pra esses computadores. O pessoal est&amp;aacute; ainda tentando conseguir desenvolver programas pra esse cluster que consigam explorar toda a potencialidade desse objeto t&amp;eacute;cnico, dessa configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o que os caras criaram. Ent&amp;atilde;o, tem uma &lt;em&gt;acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desenvolvimento t&amp;eacute;cnico&lt;/em&gt; que &amp;eacute; a acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a gente est&amp;aacute; tentando entender e &lt;em&gt;nem sempre tem uma id&amp;eacute;ia que est&amp;aacute; por tr&amp;aacute;s&lt;/em&gt; que consegue determinar pra qu&amp;ecirc; aquele objeto t&amp;eacute;cnico vai servir, como ele vai ser utilizado, quais v&amp;atilde;o ser as conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias, os desdobramentos da inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse objeto t&amp;eacute;cnico nas redes sociais e tal. Eu gostaria de chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o pra isso. &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Chico) &lt;/strong&gt;Acho que eu consigo responder a primeira quest&amp;atilde;o do Paj&amp;eacute; que ele, num tom provocativo, falou: &amp;ldquo;Ah, e a&amp;iacute;? Voc&amp;ecirc;s est&amp;atilde;o usando ai o processador Pentium e n&amp;atilde;o sei o qu&amp;ecirc;, e a&amp;iacute; como &amp;eacute; que fica? E o software livre? Pra que que serve ent&amp;atilde;o?&amp;rdquo; Que eu acho um discurso f&amp;aacute;cil e muito simples de tentar esgotar as possibilidades criativas do software livre ou de qualquer forma de resist&amp;ecirc;ncia porque o fundamento do argumento do Paj&amp;eacute; &amp;eacute; o fundamento da nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o entendeu? &lt;em&gt;Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o est&amp;aacute; negando o Pentium usando software livre, ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o est&amp;aacute; combatendo o Pentium.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Chico) &lt;/strong&gt;Eu quero discordar tamb&amp;eacute;m do Ant&amp;ocirc;nio, que estava com um referencial marxista, querendo colocar o determinismo econ&amp;ocirc;mico. Mas &lt;em&gt;n&amp;atilde;o basta a gente mudar os propriet&amp;aacute;rios dos meios de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o pra gente mudar a estrutura de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. O caso da Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica estava a&amp;iacute;, esteve a&amp;iacute;, pra nos mostrar isso. Mudaram-se os patr&amp;otilde;es, as pessoas continuaram trabalhando da mesma maneira e n&amp;atilde;o mudou nada, continuou tendo produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais-valia, as pessoas eram exploradas e continuou a mesma coisa, e depois o neg&amp;oacute;cio acabou. A minha viagem &amp;eacute; assim: &lt;em&gt;o tipo de resist&amp;ecirc;ncia.&lt;/em&gt; E quando o Dalton fala: &amp;ldquo;ah se uma empresa pegar eu acho que eu n&amp;atilde;o t&amp;ocirc; nem ai, eu vou achar legal, se o Debian conseguiu se estabelecer porque o pessoal foi usando&amp;rdquo; &amp;eacute; mais uma &lt;em&gt;estrat&amp;eacute;gia de contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;, o pessoal come&amp;ccedil;a a utilizar o software livre, come&amp;ccedil;a a utilizar o Debian, a o camarada colocou: &amp;ldquo;&amp;Eacute;, mas a&amp;iacute; est&amp;aacute; se apropriando do seu trabalho!&amp;rdquo; Entendeu? Mas n&amp;atilde;o, ele est&amp;aacute; usando o Debian e daqui a pouco vai ter um mais monte de gente usando o Debian e vai abrir espa&amp;ccedil;o pra mais pessoas conhecerem e utilizarem um software que &amp;eacute; produzido dentro de uma outra ecologia de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento, dentro de uma outra &amp;eacute;tica, como algumas pessoas falaram. Ent&amp;atilde;o eu quero citar aqui o &lt;em&gt;acad&amp;ecirc;mico&lt;/em&gt; Bodinho, porque a partir de suas leituras de Deleuze e Guattari ele me ensinou uma outra maneira de utilizar o conceito de resist&amp;ecirc;ncia. A resist&amp;ecirc;ncia, segundo Guattari seria a nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &amp;quot;eu vou resistir&amp;quot;. &lt;em&gt;A resist&amp;ecirc;ncia baseada na nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; fundada em um paradigma da f&amp;iacute;sica mec&amp;acirc;nica, da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o e rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. E o outro tipo de resist&amp;ecirc;ncia que ele prop&amp;otilde;e &amp;eacute; a &lt;em&gt;re-exist&amp;ecirc;ncia que &amp;eacute; a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos espa&amp;ccedil;os de exist&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt;. Ent&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o &amp;eacute; que eu sou contra as coisas, que eu quero destruir o Pentium e tal, n&amp;atilde;o, &lt;em&gt;eu quero construir novos espa&amp;ccedil;os &lt;/em&gt;de exist&amp;ecirc;ncia porque n&amp;atilde;o d&amp;aacute; simplesmente pra gente fazer revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e derrubar as coisa e tal, porque a l&amp;oacute;gica &amp;eacute; outra e o barato &amp;eacute; outro. &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Chico)&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A gente est&amp;aacute; falando de f&amp;iacute;sica qu&amp;acirc;ntica mas pensando: existe uma empresa, existe o trabalhador, existe o indiv&amp;iacute;duo, enfim, cada um &amp;eacute; v&amp;aacute;rios, n&amp;atilde;o existe um eu. E a gente tem que quebrar com essas coisas tamb&amp;eacute;m da maneira como a gente pensa e a&amp;iacute; tem essa coisas da teoria e da pr&amp;aacute;tica que a gente tamb&amp;eacute;m tem que mudar como pensa. &lt;em&gt;N&amp;atilde;o adianta ver o novo, que s&amp;atilde;o essas coisas que est&amp;atilde;o acontecendo, com as categorias do velho&lt;/em&gt;, pensar o novo a partir do velho que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o vai entender. &lt;em&gt;Entendeu? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;(Bodinho) &lt;/strong&gt;Falaram da academia em v&amp;aacute;rios momentos e sempre se tem a imagem que a academia, essa vis&amp;atilde;o do cara sisudo, do cara com v&amp;aacute;rios livros, com roupas escuras e dialogando com o estabelecido. O Jubinha &amp;eacute; um acad&amp;ecirc;mico. Olha pro Jubinha, olha o perfil do Jubinha, ele faz um novo uso da academia. E a academia como um espa&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico, garantido pelo Estado, possibilita uma produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o intelectual livre, e existem pessoas aqui dentro que conseguem talvez tra&amp;ccedil;ar umas linhas mais marginais, umas linhas mais criativas, que n&amp;atilde;o passam por esse sistema quadrado e fechado. S&amp;atilde;o pessoas que tentam relan&amp;ccedil;ar, intervir de alguma maneira. O Can&amp;aacute;rio falou que a gente &amp;eacute; acad&amp;ecirc;mico, a gente aqui at&amp;eacute; faz uma brincadeira neste sentido que come&amp;ccedil;ou no cineclube de exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e foi virando v&amp;aacute;rias outras coisas, ou seja, eram os acad&amp;ecirc;micos fazendo um cineclube. Ent&amp;atilde;o, enquanto espa&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico, garantido pelo estado com uma relativa tecnologia, com um relativo acesso &amp;agrave; tecnologia, na academia cabe &amp;agrave; gente achar professores que orientem teses mais alternativas, o C. est&amp;aacute; a&amp;iacute;, eu tamb&amp;eacute;m estou fazendo. O Novaes citou um texto que estamos ajudando a fazer n&amp;oacute;s mesmos que &amp;eacute; do professor Luis Orlando(?) aqui do Ifich. Ou seja a possibilidade, a &amp;ldquo;peneira&amp;rdquo;, aqui tem buracos muito largos e aqui &amp;eacute; um lugar onde a gente pode emplacar uma coisa que a gente diz muito que &amp;eacute; 171, d&amp;aacute; pra voc&amp;ecirc; fazer v&amp;aacute;rios 171, uma &lt;em&gt;gambiarra acad&amp;ecirc;mica&lt;/em&gt;. Ent&amp;atilde;o talvez este seja o depoimento de um acad&amp;ecirc;mico, e &lt;em&gt;existem acad&amp;ecirc;micos que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o uns sisudos, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o uns chatos&lt;/em&gt; como esses acad&amp;ecirc;micos que est&amp;atilde;o desfrutando das benesses do Estado.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Jun 2008 17:57:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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